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terça-feira, 19 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Passos Coelho: "É o chamado murro no estômago"
Passos Coelho classificou hoje como um "murro no estômago" a decisão da Moody´s de cortar em quatro níveis o 'rating' de Portugal.
"É o chamado murro no estômago", afirmou Pedro Passos Coelho, numa declaração transmitida pela RTP.
Esta afirmação do primeiro-ministro foi proferida durante o período de recolha de imagens que antecedeu as reuniões com a Confederação Empresarial de Portugal (CIP) e a Confederação Espanhola de Organizações Empresariais.
No final do encontro e questionado sobre o estado de espírito que encontrou junto do primeiro-ministro em relação a esta decisão, o presidente da CIP, António Saraiva, respondeu: "Mostrou-nos, obviamente, uma desagradável surpresa - o murro no estômago é [uma expressão] do senhor primeiro-ministro".
Antes, António Saraiva também tinha utilizado esta expressão para comentar a decisão da agência.
A agência de notação financeira Moody's cortou na terça-feira em quatro níveis o 'rating' de Portugal de Baa1 para Ba2, colocando a dívida do país na categoria de 'lixo' (junk).
In: Economico
Nota do Faro é Faro:
Em relação à classificação da Moody´s em relação a Portugal, como já tenho vindo a referir em posts anteriores, nunca me surpreendeu, nem a mim nem a muitos Economistas Nacionais e Estrangeiros. O que eu gostaria de recordar, principalmente àqueles que têm Memória curta, é que quando as Taxas de Juro começaram a aumentar para o DOBRO em reacção ao chumbo do PEC IV, alguns "personagens" do PSD ou próximas do PSD, nomeadamente o actual Primeiro-Ministro, então líder da Oposição, vieram a público afirmar que tal desiderato se devia à falta de Credibilidade do Governo e principalmente do então Primeiro-Ministro José Sócrates e que os Mercados iriam reagir positivamente e inverter a tendência logo que o PSD fosse Governo. O juro a 10 anos antes do chumbo do PEC IV estava nos 4%, agora está em 14%!!!!!!!!.
Se a questão tem a ver com a Credibilidade do governo... não era por ai!
Se a questão tem a ver com a Credibilidade do governo... não era por ai!
Obviamente o problema português, e penso que foi isso que esteve na base do corte, é que pura e simplesmente não tem economia. E sem economia não consegue gerar receita para pagar o que deve e distribuir. Basta ver que segundos alguns especialistas a nossa situação é bem pior que a grega, dado que apesar da grega ter um deficit pior, contabilidade criativa e muita má gestão, se tiver gente com juízo vai lá, porque tem uma economia que cresce a 4, 5% ao ano. Portugal não tem nada, não produz nada, importa tudo o que consome...
Assim... não vamos lá!
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Moody's corta rating da Parpública, Refer, CP e RTP para 'lixo'
Agência de notação financeira baixou o rating das empresas Parpública, Refer, RTP e CP para o nível "lixo".
A agência de notação financeira Moody's cortou hoje o 'rating' das empresas Parpública, Refer, RTP e CP para 'junk' (lixo) um dia depois de ter reduzido a notação de crédito de Portugal.
"A Moody's baixou hoje as notações de um conjunto de empresas da esfera no Estado português, depois do recente corte do 'rating' de Portugal", lê-se no comunicado da agência de notação financeira.
A classificação da Parpública - Sociedade Gestora de Participações Sociais de capitais exclusivamente públicos, passou de Baa1 para Ba1, que já é considerado 'junk', e a da RTP de Baa3 para Ba2, também considerado 'junk'.
Já no sector ferroviário, a notação das obrigações da Refer - Rede Ferroviária Nacional passou de Baa2 para Ba2 e a da CP - Comboios de Portugal de Baa3 para Ba2, ambas consideradas 'junk'.
A agência de notação Moody's baixou na terça-feira em um nível a classificação de risco de pagamento da dívida de Portugal, passando-o para Baa1.
Corte do 'rating' de sete bancos
Já hoje, a Moody's cortou o 'rating' de sete bancos portugueses e da REN, mantendo esta última em análise para um eventual novo corte.
No final de março, a Standard & Poor's (S&P) já tinha cortado em dois níveis o 'rating' do Metro, CP e Refer, de BB para B+, que já se encontravam na categoria de "lixo". Na altura, a agência de notação financeira adiantava que a perspetiva continua "negativa", deixando no horizonte a possibilidade de serem feitos novos cortes.
A notação B+ indica que as empresas passaram de um grau especulativo de não investimento para um nível considerado altamente especulativo. Neste nível, as agências de notação financeira não aconselham investimentos em ativos.
IN: Expresso
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