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domingo, 17 de julho de 2011

DSK, o ouro de Fort Knox e Sexo

Recebi este texto por mail. Acho a historia bastante verosímil, nada que já não se falasse já há vários anos (que já não existia ouro em Fort Knox). Com uma divida brutal e com uma moeda já moribunda, os Estados Unidos ainda não deram a ultima cartada. Vão fazer tudo para continuar a ter o mesmo standard of living, e se não conseguirem, levam o mundo para uma 3ª Guerra Mundial.
 
Para Sarkozy este desfecho também foi favorável, dado que assim livrou-se de um potencial adversário nas presidenciais, que muito provavelmente ganharia as eleições.
 
Deixo-vos então o texto que recebi:
 
Na manhã de 14 Maio, o dia em que foi preso, Dominique Strauss-Kahn (DSK) tinha sido aconselhado pelos serviços secretos franceses (DGSE) a abandonar os EUA e regressar rapidamente à Europa, descartando-se do telemóvel para evitar que pudesse ser localizado. A delicadeza da informação secreta que lhe tinha sido entregue por agentes "delatores" da CIA justificava tal precaução.
Strauss-Kahn tinha viajado para os Estados Unidos para clarificar as razões que levavam os norte-americanos a protelar continuamente o pagamento devido ao FMI de quase 200 toneladas de ouro. A dívida, com pagamento acordado há vários anos, advém de ajustes no sistema monetário - "Special Drawing Rights (SDR's). As preocupações do FMI sobre o pagamento norte-americano ter-se-iam avolumado recentemente. Nesta viagem Strauss-Kahn estaria na posse de informação relevante que indiciava que o ouro em questão já não existe nos cofres fortes de Fort Knox nem no NY Federal Reserve Bank.

Mas Strauss-Kahn terá cometido um erro fatal: ligou para o hotel, já da plataforma de embarque, pedindo que o telefone lhe fosse enviado para Paris, o que permitiu aos serviços secretos americanos agir nos últimos minutos. O resto dos factos são do conhecimento público.

Já em prisão domiciliária, em Nova Iorque, DSK terá pedido ajuda ao seu amigo Mahmoud Abdel Salam Omar, um influente banqueiro egípcio. Era muito importante, para fundamento da defesa, que o egípcio lhe
conseguisse obter a informação privilegiada sobre a "mentira" do ouro, que DSK tinha deixado "voar" em NY, para justificar a teoria da perseguição. No entanto a intervenção voluntariosa do banqueiro egípcio saiu gorada. Dias depois Salam Omar foi igualmente preso nos Estados Unidos, também ele acusado de assédio sexual a uma empregada de hotel. Relatórios de diferentes serviços secretos internacionais convergem na conclusão: os factos que motivaram a prisão do egípcio são altamente improváveis, Salam Omar é um muçulmano convicto e um homem com 74 anos de idade.

A inversão de sentido na história da suite do Sofitel de NY começava aqui a ganhar consistência e outros factos viriam ajudar.

Em Outubro de 2009, Pequim terá recebido dos EUA cerca de 60 toneladas de ouro, num pagamento devido pelos americanos aos chineses, como acerto de contas no balanço de comércio externo.
Com a entrega, Pequim testou a genuinidade do ouro recebido tendo concluído que se tratava de "ouro falso". Eram barras de tungsténio revestido a cobertura de ouro. As 5.700 barras falsas estavam devidamente identificadas com chancela e número de série indicando a origem - Fort Knox, USA.

O congressista Ron Paul, candidato às eleições presidenciais de 2012, solicitou no final do ano passado uma auditoria à veracidade das reservas do ouro federal que foi rejeitada pela administração Obama.
Numa entrevista recente, questionado sobre a possiblidade de ter desaparecido o ouro federal de fort Knox, o congressista Ron Paul gelou os interlocutores respondendo liminarmente: "É bem provável!"

À "boca fechada" têm vindo, aqui e ali, a escapar informações, a avolumar-se incertezas sobre as reservas de ouro norte-americanas. Mas as notícias referentes aos fortes indícios que de o ouro seja apenas virtual têm colhido uma tímida atenção na comunicação social americana.

A "verdadeira história" por detrás da prisão de DSK, agora pública, consta de um relatório secreto preparado pelos serviços de segurança russos (FSB) para o primeiro-ministro Vladimir Putin. Talvez por isso
Putin tenha sido o primeiro lider mundial a assumir publicamente a ideia de que DSK terá sido "vítima de uma enorme conspiração americana".

Estes factos, a confirmarem-se, em nada ilibam DSK na suspeição que sobre si recai do eventual crime de assédio sexual a uma empregada do hotel mas, quem sabe, essa possa revelar-se como a pequena e ingénua ponta de um grande iceberg. A ser verdade, os serviços secretos norte-americanos, seguramente bem informados, terão sabido tirar partido das fraquezas do inimigo-alvo, aniquilando-o com eficácia cirurgica - um pequeno crime de costumes, tão ao gosto do imaginário popular, pode bem ter contribuído para abafar crimes de contornos bem mais sérios, por eliminação de testemunha ou de prova.

Entretanto DSK prepara activamente a defesa em tribunal arregimentando já um verdadeiro "crack team" de ex-espiões da CIA, investigadores, detectives e media advisors.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Se as eleições americanas fossem hoje, Obama empataria com adversário republicano

Como é que se sabe que o efeito Bin Laden sobre a popularidade de Obama já era? O descontentamento dos americanos com a forma como o seu Presidente está a lidar com a economia atingiu um novo pico. De acordo com uma sondagem Washington Post-ABC News, seis em dez americanos desaprovam a actuação de Obama relativamente à economia e ao défice.

A mesma sondagem, realizada no início de Junho, indica que existe um pessimismo generalizado no país, numa altura em que o desemprego subiu para os 9,1 por cento e o preço dos combustíveis continua elevado – factores que podem comprometer seriamente a reeleição de Barack Obama no próximo ano. Dois em três americanos dizem que o país está na direcção errada e quase seis em dez consideram que a economia ainda não começou a recuperar da recessão de 2008.

Este pessimismo americano tem-se manifestado nas sondagens dos últimos meses, mas foi subitamente atenuado pelo anúncio da morte de Osama bin Laden, no início de Maio, que melhorou substancialmente a imagem de Obama na opinião pública. A sondagem do Washington Post e ABC parecem mostrar que esse período de graça terminou.

As más notícias para o Presidente americano continuam: a mesma sondagem revela um empate técnico entre Obama e Mitt Romney, o ex-governador do estado de Massachusetts que anunciou a semana passada a sua candidatura à Casa Branca pelo Partido Republicano. Pergunta: “Se as eleições presidenciais tivessem lugar hoje e os candidatos fossem Obama e Mitt Romney, em quem votaria?” Tanto Obama como Romney receberam 47 por cento da intenção de voto; quando a pergunta foi dirigida a eleitores registados (cuja probabilidade de votar é maior), Romney obteve uma ligeira vantagem, 49 por cento contra 46 por cento.

Uma outra sondagem, da Quinnipiac University, divulgada ontem em Washington, dá vantagem a Obama: 47 por cento contra 41 por cento para Romney. Quase metade dos inquiridos – 48 por cento – considera que Obama não merece ser reeleito; 46 por cento defendem a sua reeleição.

Romney, que já tinha disputado as primárias republicanas em 2008, antes de perder para John McCain, emerge nas duas sondagens como o mais sério candidato do campo republicano para 2012, embora o alinhamento esteja longe de estar concluído: ainda há potenciais candidatos que não anunciaram as suas intenções – Sarah Palin, Jon Huntsman, Michele Bachmann, ou mesmo o ex-mayor de Nova Iorque Rudolph Giuliani.

Nas últimas sondagens, Romney ganhou grande distância em relação a todos eles – até há pouco tempo, ele não atingia sequer 20 por cento das intenções de voto, e tinha uma menor vantagem sobre os outros potenciais candidatos republicanos.

Mas Peter Brown, subdirector do centro de sondagens da Quinnipiac University, lembrou ontem que é muito cedo para tirar conclusões. Faltam 18 meses para as presidenciais e os números irão variar até lá. O futuro das eleições, avisou, vai estar noutros valores: “O preço do galão de gasolina e a taxa de desemprego são mais importantes do que os números das sondagens”. 


De facto o efeito Bin Laden durou pouco. Vamos ver qual é o próximo coelho que o grupo da NWO vai tirar da cartola para re-eleger Barack Obama.

Cumprimentos cordiais
Luís Passos

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Documentário: - The Fall ot the Republic


Caros amigos,

Conforme tinha prometido no comentário aqui está o documentário "THE FALL OF THE REPUBLIC".

Mostra como os Estados Unidos de pais berço da democracia se transformou num pais de escravos, oprimidos pelos detentores do grande capital. Mostra como o pais perdeu a sua soberania e como o FED hoje é quem realmente governa na America.

Um documentário a não perder.

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Documentário: - Return to Rikers Island

Caros,

Quero convida-los a ver o documentário da NBC sobre a cadeia de Rickers Island, onde se encontram presos Dominique Strauss-Khan e Renato Seabra.

DSK já terá visto à distância as enormes “Tumbas” várias vezes – em filmes como “Scarface” e séries de televisão como “Lei e Ordem” e documentários sobre a população prisional dos Estados Unidos. Criado em 1884, é um dos complexos prisionais mais conhecidos no país e também o maior, que alberga a maior e muita da mais violenta população prisional norte-americana, oriunda dos mais duros gangues criminosos, entre os quais são frequentes os actos de lutas e vinganças mesmo ali, dentro dos muros das prisões.
 
Espero que apreciem o documentário!

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

PARTE I

PARTE II

PARTE III

PARTE IV

PARTE V  
 

NEW YORK POST: STRAUSS-KHAN PODERÁ TER SIDO CONTAMINADO COM O VIRUS HIV (SIDA)

Caros amigos,


Esta história está a dar uma reviravolta do diabo! Inicialmente pensei que isto seria um cover up, uma história inventada para denegrir a candidatura de Strauss-Khan à presidência de França, mas a coisa parece estar a ganhar outros contornos.

Segundo a investigação do NEW YORK POST, que pode ser lida aqui, a mulher que acusa Strauss-Khan de violação pode estar infectada com o vírus HIV. "The IMF chief's alleged sex-assault victim lives in a Bronx apartment rented exclusively for adults with HIV or AIDS, The Post has learned." - tradução (A alegada vitima de violação do chefe do FMI vive no bairro de Bronx num apartamento alugado exclusivamente a adultos portadores do virus HIV ou sida, descobriu o The Post.)

Se de facto não houve qualquer violação e isto é tudo uma big Bullshit, Strauss-Khan então não tem como se preocupar... agora caso não seja... além de pena de prisão pior... pena de morte... e uma morte causada por uma doença que leva o paciente a agonizar até morrer.

Agora poderá colocar-se a questão... será isto tudo má publicidade para desacreditar Strauss-Khan? Poderá ainda, sendo conhecido o apetite de Strauss-Khan por mulheres bonitas um golpe montado para lhe destruir a carreira politica?

A grande maioria dos leitores e comentadores do New York Post afiram que isto se trata de um linchamento politico, que é uma operação vergonhosa, e que existem interesses obscuros por detrás, tal como aconteceu com o assassinato de JFK.

Vamos aguardar os próximos episódios. O Faro é Faro vai continuar a acompanhar o caso na impressa internacional, e voltar a postar caso surja matéria de interesse relevante!

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

Al-Qaeda nomeia Saif Al-Adel líder interino da rede

A Al-Qaida designou como líder interino Saif Al-Adel, de 50 anos, que estava à frente da fação egípcia da rede terrorista fundada por Usama Bin Laden, revelou hoje a cadeia americana CNN.
 
 
Saif Al Adel, também conhecido como Muhamad Ibrahim Makkawi, foi escolhido a título "provisório" perante um nervosismo da comunidade "jihad" e a crescente incerteza sobre o sucessor de Bin Laden, morto numa operação dos comandos dos Estados Unidos no Paquistão, a 1 de maio, indica a estação televisiva norte-americana, citando Noman Benotman, membro da Al-Qaeda há mais de 20 anos e que recentemente deixou a rede.

A decisão foi tomada no seio de um grupo composto por seis a oito líderes da Al-Qaeda que se reuniu na região fronteiriça entre o Afeganistão e o Paquistão, perante a impossibilidade de uma reunião formal do conselho de chefes do grupo.

Segundo Noman Benotman, a nomeação de Saif Al Adel serve para medir a reação no seio da rede terrorista, sobretudo por parte dos membros da Arábia Saudita e Iémen que defendem que o sucessor de Usama Bin Laden deve ser oriundo da península arábica.

Saif al-Adel, que já era um dos líderes da rede terrorista, lutou contra o exército soviético no Afeganistão durante a década de 1980, tendo permanecido no país até à queda do regime talibã, em 2001, e de lá fugido para o Irão.

A partir do Irão, Saif al-Adel montou uma ramificação da Al-Qaeda na Arábia Saudita, que tem realizado vários atentados terroristas no país desde 2003.

Depois da morte de Bin Laden, especialistas apontaram Ayman al-Zawahiri, também egípcio e número dois da Al-Qaeda, como o seu mais provável sucessor na liderança da rede.
 
IN: DN 
 
Ora aqui está mais um monte de bullshit!!! (da pura).
 
A Al-Qaeda não existe... como organização, é apenas uma lista que agentes da CIA a operar no Afeganistão, no tempo da guerra com os russos. América precisa de ter inimigos. Por isso mesmo que seja ou não novo líder, é apenas mais um nome para todos acreditarem.

Este será apenas o rosto que interessa mostrar, o resto são operações da CIA, decididas em Washington.
O resto... são tretas!
Cumprimentos cordiais

Luís Passos

Anúncio de detenção no Twitter alimenta tese conspiração

O anúncio em primeira mão, e antes de tempo, da detenção do director do FMI feito por um militante do partido de Sarkozy no Twitter alimenta tese de conspiração. 

A divulgação através do Twitter da notícia da prisão do director-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, por um jovem francês militante da UMP de Sarkozy, tem estado a alimentar a tese de que o escândalo teria sido parte de uma conspiração contra Strauss-Kahn, que estava a ser dado como principal candidato às eleições presidenciais francesas de 2012.

Jonathan Pinet, 24 anos, estudante do Instituto de Ciências Políticas de Paris e jovem militante do partido UMP, do presidente francês, Nicolas Sarkozy, anunciou a prisão de Strauss-Kahn, em Nova Iorque, 19 minutos após este ter sido retirado de um avião pela polícia nova-iorquina, e antes mesmo de qualquer órgão de informação norte-americano ou francês a ter noticiado.

Mas a mensagem referia-se a uma detenção "há cerca de uma hora", num "hotel de Nova Iorque". Ou seja, a informação da detenção já circulava antes de Strauss-Kahn ter sido interceptado no aeroporto John F. Kennedy pelas autoridades.

No Twitter, Pinet afirma que "um amigo nos Estados Unidos acaba de me informar que DSK (como Strauss-Kahn é conhecido na França) teria sido preso pela polícia há cerca de uma hora num um hotel em Nova Iorque".

Segundo o jornal "Le Monde", uma terceira pessoa, que teria dado a notícia da prisão ao amigo de Pinet, trabalharia no restaurante do hotel onde Strauss-Khan foi preso.

In: DN

Não me admirava nada, Sarkozi está no poder porque uma determinada família europeia de banqueiros assim o desejou, e está lá para desempenhar um determinado trabalho que ainda não foi concluído. Se Sarkozi perdesse as eleições agora, tal como Obama, isso seria desastroso para a estratégia dessa família.

Por isso é necessário arranjar subterfúgios, como uma suposta mulher violada, ou um Bin Laden tirado do congelador, nada os faz parar perante o desejo de implementar a NEW WORLD ORDER.

JFK foi assassinado porque iria acabar com a Reserva Federal, e passaria a emissão de moeda de volta para senado americano. Isso mexeu com os interesses de muita gente e por isso... foi morto.

No caso de DSK, pois penso que a sua candidatura a Presidência de França está arruinada, e Sarkozi tem o caminho livre para continuar a sua politica.

São estes os tempos actuais, cumprimentos cordiais,


Luís Passos

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Barack Obama: "Bin Laden está morto"







Segundo relata o Expresso neste artigo Ossama Bin Laden foi morto perto de Islamabad.

Eu pessoalmente custa-me a engolir esta historia, parece-me mais outro 11 de Setembro, sobretudo com umas eleições presidenciais nos Estados Unidos a porta e com Obama apenas com 30% das intenções de voto para um segundo mandato. Era preciso arranjar um fogacho, que não fosse muito perto das eleições para não parecer uma manobra eleitoralista, nem demasiado longe para não cair no esquecimento.

Pergunto se Bin Laden não teria morrido à alguns anos atrás, como foi amplamente propalado. O que fazia o homem mais procurado do mundo numa casa em ambiente urbano, com a maior das descontracções?

Se era de facto Bin Laden e não uma operação encenada, porque demoraram tanto tempo para o caçar, e porque agora?... em período pré-eleitoral.

Mas também há um reverso da medalha... agora acabam-se as desculpas... e cai por terra o fantasma da Al-qaeda, que era o bode expiatório para todo o tipo de terrorismo no mundo. Quando não se sabia a quem atribuir a culpa... era da Al-Qaeda. Enfim... 

Com o dollar em queda vertiginosa e com a economia americana a colapsar de dia para dia vamos ver o que é que isto vai dar... se não se irá inventar prai uma nova guerra... a ver vamos!

Luís Passos

terça-feira, 19 de abril de 2011

Documentos secretos implicam petrolíferas mundiais na invasão do Iraque

Foram hoje reveladas actas de reuniões onde foram debatidos planos de exploração das reservas de crude do Iraque antes de o país do Médio Oriente ser invadido pelas forças aliadas em 2003.
 
O “The Independent” divulga hoje várias actas de reuniões entre ministros e executivos de grandes petrolíferas mundiais, onde é visível o interesse dos governos ocidentais e das empresas do sector no “ouro negro” iraquiano, com especial enfoque no Reino Unido.

Nas actas das reuniões realizadas em Outubro e Novembro de 2002, antes da invasão do Iraque em Março de 2003, pode ler-se, por exemplo, que Elizabeth Symons, na altura ministra britânica do Comércio, disse à BP que o governo achava que as petrolíferas britânicas deveriam ter um quinhão das vastas reservas de petróleo e gás do Iraque como recompensa pelo compromisso militar de Tony Blair de se aliar aos planos dos EUA de mudança de regime no país liderado então por Saddam Hussein.

Em Março de 2003, mesmo antes de o Reino Unido entrar nesta guerra, a Shell considerou “altamente inexactos” os relatos de que teria mantido conversações com o gabinete do primeiro-ministro, em Downing Street, sobre o petróleo iraquiano, relembra o “The Independent”.

A BP também negou que tivesse qualquer “interesse estratégico” no Iraque, ao passo que Tony Blair considerou “totalmente absurda” essa “teoria da conspiração do petróleo”, sublinha a mesma fonte.

Agora, as actas que vieram a público estão a pôr em questão essas rejeições de envolvimento por interesse na guerra com o Iraque. O envolvimento do Reino Unido neste esforço de guerra dividiu o gabinete de Blair e só foi aceite depois de o primeiro-ministro assegurar que Saddam Hussein possuía armas de destruição maciça, refere o “The Independent”.

Os documentos demonstram que Elizabeth Symons concordou em fazer “lobby” junto da Administração Bush, dos EUA, em nome da BP, uma vez que a gigante petrolífera receava ficar de fora dos acordos que Washington estava a celebrar com os governos norte-americano, francês e russo e com as suas respectivas empresas do sector energético, avança a edição “online” daquele jornal britânico.

Na acta de uma reunião com a BP, a Shell e a BG (a ex-British Gas), realizada a 31 de Outubro de 2002, pode ler-se: “a baronesa Symons concordou que seria difícil justificar que as empresas britânicas ficassem de fora no Iraque se o Reino Unido fosse um visível apoiante do governo norte-americano durante a crise”. A ministra do Comércio prometeu ainda a essas empresas que lhes daria novidades, “antes do Natal”, sobre a pressão que pretendia exercer sobre Washington.

Ainda de acordo com a mesma fonte, o Ministério britânico dos Negócios Estrangeiros convidou a BP, a 6 de Novembro desse mesmo ano, para debater oportunidades no Iraque “pós-mudança de regime”.

O jornal recorda ainda que os contratos assinados por várias grandes petrolíferas em vésperas da invasão do Iraque – que já tinha sido “castigado” por ter invadido o Koweit em Agosto de 1990 e que ficou depois sob renovada pressão devido às acusações de posse de armas de destruição maciça – foram os maiores da história do sector petrolífero, abrangendo metade das reservas iraquianas (60 mil milhões de barris de crude).
 
Esta noticia não me surpreeende em nada, tal como já tinha publicado a 4 de Abril aqui, no Faro é Faro, o excelente texto de Luis Nazaré, no post "É o Petróleo, estupido!" sobre situação análoga na zona do Magrebe. 

Os países infelizmente não se movem por altruísmo, travar uma guerra como a do Iraque sai caro, e por isso para tomarem a decisão de a fazer é porque havia hipótese de lucrarem com ela.
O petróleo e um recurso escasso, e para alem disso, Saddam Hussein ameaçava começar a negociar petróleo em Euros, o que poderia ser como um rastilho para a destabilização do dollar, dado que o valor deste só é mantido actualmente porque é a moeda referência para todas as transacções de petróleo. Quando deixasse de o ser, toda a gente iria fazer um dump massivo de dollares, bem como iria diminuir a pressão e a procura. Como os Estados Unidos tem uma divida imensa, iria cair-lhes tudo em cima... provocando um melt-down da economia americana.

Assim estas guerras tem mantido os Estados Unidos a tona de água, mas este não ficará por muito mais tempo... o dollar vai cair... e os estados unidos vão sofrer um choque económico nas próximas décadas muito forte.

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Donald Trump deverá anunciar candidatura à Casa Branca

O magnata do imobiliário norte-americano Donald Trump vai fazer um anúncio sobre uma eventual candidatura presidencial durante o último episódio do seu reality show, The Apprentice.
Trump, o excêntrico milionário que faz questão de ter o seu nome em edifícios e em todo o tipo de produtos comercializados pelas suas empresas, deverá fazer uma declaração a 15 de Maio, durante o último episódio de The Apprentice, sobre uma possível candidatura contra Barack Obama.
O magnata conservador não deverá anunciar a sua candidatura, mas antes revelar a data da conferência de imprensa em que comunicará ao país a sua decisão, avança a imprensa norte-americana, que chega a ironizar sobre o que na prática é «um anúncio de um anúncio».

No entanto, é cada vez mais provável o cenário de uma candidatura, com Trump a desdobrar-se em entrevistas nas últimas semanas. Crítico feroz de Obama, o milionário relançou o debate sobre o local de nascimento do actual Presidente dos Estados Unidos. Documentos oficiais comprovam que o chefe de Estado nasceu no Havai, mas Trump insiste em pôr em causa a nacionalidade do Presidente democrata. Sem surpresas, a polémica tem valido várias manchetes ao empresário.
«Hoje, os Estados Unidos são uma piada para o resto do mundo. Comigo, vai deixar de ser assim», declarou Trump recentemente. Não obstante, o milionário é frequentemente ridicularizado em programas de humor no horário nobre dos principais canais de televisão norte-americanos.
Não existem até ao momento sondagens que permitam avaliar o nível de apoio que Trump poderia colher junto do eleitorado, mas o milionário admite concorrer como independente caso não consiga a nomeação de candidato presidencial pelo Partido Republicano.

In: SOL

Se socrates chegou a 1º Ministro, Cavaco idem e até Presidente da Republica, porque Donald Trump que não é menos ridículo que os dois anteriores não poderia ser Presidente dos Estados Unidos? 

Eu, se fosse americano votaria em Ron Paul para presidente!

Cumprimentos cordiais

Luís Passos