"Portugal rendeu-se, o estado faliu. Estamos a ser governados por muito maus politicos"António Barreto
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sexta-feira, 22 de abril de 2011
Entrevista de António Barreto a Fátima Campos Ferreira
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RTP
quarta-feira, 20 de abril de 2011
"Um Compromisso Nacional" aberto a subscrição pública
"Um Compromisso Nacional" apela à necessidade de um consenso alargado para garantir a "credibilidade externa" e um Governo suportado por uma "maioria inequívoca". Depois de inúmeras personalidades terem assinado o documento, também o leitor do Expresso pode fazê-lo.
Clique na imagem para aceder ao site do Expresso, ler o Manifesto "Um Compromisso Nacional, e caso concorde, poderá subscreve-lo.
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Portugal, que futuro?
António Barreto, João Duque e Miguel Morgado, juntos na Rádio Renascença para discutir o presente e futuro de Portugal.
Neste conversa discutiu-se a crise institucional e os poderes o presidente da républica, o problema do não entendimento entre os decisores políticos e quanto é que isso custou à nossa economia, o envolvimento da sociedade e dos stakeholders na decisão politica e foram apontados caminhos para resolver actual situação.
Tal como já tinha proferido aqui no blog Faro é Faro, António Barreto pediu que o Presidente da Republica, o Primeiro Ministro, Lider da Oposição e restantes partidos façam já antes do inicio da campanha eleitoral um acordo de principio para os tempos próximos, dado que caso se entre em extremismos na campanha não se chegará a um acordo e nas próximas semanas o que vai acontecer vai ter marcas no futuro próximo.
De facto não é possível que os partidos enlouqueçam todos e o Presidente da Republica tem de assumir o seu papel de liderança, caso contrário o poder cairá na rua.
Foi criado um dossier com vários vídeos e artigos sobre os diversos assuntos, com fragmentos da entrevista.
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
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Rádio Renascença
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
“Portugal está no pior momento desde 1976”
Entrevista conduzida por Maria João Avillez para o Económico
O presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos fala sobre crise, eleições e o futuro do País.
Teorizou e reflectiu em voz alta que é o que gosta fazer, reviu a matéria e reviu-nos a nós, em crise e num "regime bloqueado". Evocou políticos e partidos sem se enternecer e foi capaz da frontalidade do costume e da fidelidade aos seus cavalos de batalha. António Barreto, 68 anos, preside actualmente aos destinos da Fundação Francisco Manuel dos Santos, a "mãe" da "Pordata" (ele é o pai) onde estão hoje em curso 18 projectos (!) sob a sua regência: uns já em vias de concretização, outros ainda em fermentação, mas como todos o solicitam por igual, o trabalho é pesado. No final do ano impôs-se uma pausa - foi para o Vidago - e fez solene recomendação a si mesmo - menos sofreguidão laboral em 2011. Portugal gostaria de contar mais com ele no palco mas aí, ou ele disfarça, ou todas as nostalgias ficaram já irremediavelmente para trás: "não". Barreto está bem como está. Uma sorte.
As presidenciais teriam sido um bom momento de arranque, para a seriedade, a responsabilidade e o trabalho de que Portugal precisa, ou...como falo com um pessimista, já não ia muito a tempo?
Não sou pessimista. Sou céptico, é diferente. Sim, a campanha podia ter sido diferente, os principais candidatos podiam ter exposto mais o seu pensamento, as suas intenções os projectos, mas foram muito cautelosos quanto a isso.
O momento pedia o contrário...
Pedia. Mas caímos sempre no mesmo com este regime que não é semi-presidencial nem coisa nenhuma. Qualquer futuro Presidente da República sabe que dependerá do Parlamento, dos partidos, sabe que não tem poderes e gostava de ter mais... Assim, tiveram cautela e falaram genericamente do desenvolvimento de Portugal!
O presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos fala sobre crise, eleições e o futuro do País.
Teorizou e reflectiu em voz alta que é o que gosta fazer, reviu a matéria e reviu-nos a nós, em crise e num "regime bloqueado". Evocou políticos e partidos sem se enternecer e foi capaz da frontalidade do costume e da fidelidade aos seus cavalos de batalha. António Barreto, 68 anos, preside actualmente aos destinos da Fundação Francisco Manuel dos Santos, a "mãe" da "Pordata" (ele é o pai) onde estão hoje em curso 18 projectos (!) sob a sua regência: uns já em vias de concretização, outros ainda em fermentação, mas como todos o solicitam por igual, o trabalho é pesado. No final do ano impôs-se uma pausa - foi para o Vidago - e fez solene recomendação a si mesmo - menos sofreguidão laboral em 2011. Portugal gostaria de contar mais com ele no palco mas aí, ou ele disfarça, ou todas as nostalgias ficaram já irremediavelmente para trás: "não". Barreto está bem como está. Uma sorte.
As presidenciais teriam sido um bom momento de arranque, para a seriedade, a responsabilidade e o trabalho de que Portugal precisa, ou...como falo com um pessimista, já não ia muito a tempo?
Não sou pessimista. Sou céptico, é diferente. Sim, a campanha podia ter sido diferente, os principais candidatos podiam ter exposto mais o seu pensamento, as suas intenções os projectos, mas foram muito cautelosos quanto a isso.
O momento pedia o contrário...
Pedia. Mas caímos sempre no mesmo com este regime que não é semi-presidencial nem coisa nenhuma. Qualquer futuro Presidente da República sabe que dependerá do Parlamento, dos partidos, sabe que não tem poderes e gostava de ter mais... Assim, tiveram cautela e falaram genericamente do desenvolvimento de Portugal!
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Maria João Avillez
Grande Entrevista
Caros,
Convido-os a ver a excelente entrevista que Antonio Barreto deu a Judite de Sousa no programa "Grande Entrevista" sobre a situação do pais e o nosso futuro próximo.
A não perder.
Cumprimentos Cordiais
Luís Passos
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RTP
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Conferência "O valor de Educar" na UALG
Caros,
O blog Marafado's Weblog anuncia que se realizou uma conferencia em Faro que contou com a presença de distintos convidados, como o Dr.Nuno Crato (Sociedade Portuguesa de Matemática e ISEG), o Dr. António Barreto (Presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos), o Prof. Ricardo Castillo (chefe do Departamento de Geografia do Instituto de Geociências (IG) da Unicamp) e Fernando Savater (Escritor e Filósofo espanhol).
É um orgulho para a nossa cidade receber tão distintos convidados numa conferencia que pelo que me constou foi interessantíssima.
Faro tem de facto eventos de grande calibre e de qualidade. Ainda a pouco tempo fui a uma conferencia com o Prof. José Cantiga Esteves (ISEG) na UALG, onde no final estive quase 1 hora com o Prof. José Cantiga Esteves a discutir a economia nacional. Faro merece estes eventos.
Luís Passos
O valor de Educar
Faro recebeu ontem visitantes ilustres e eu tive o grato prazer de participar na conferência promovida pela Fundação Francisco Manuel dos Santos na Universidade do Algarve, subordinada ao tema “O valor de educar”.
Fernando Savater, Ricardo Castillo, Nuno Crato e António Barreto apresentaram-nos um contraponto do modelo reinante no ensino português.
Eu, que há quase 30 anos venho dizendo que isto um dia dá a volta, fiquei ontem quase de boca aberta, porque, afinal, isto está quase a começar a dar a volta.
Portugal tem vivido entregue a gente medíocre em lugares de excelência, difundindo a ideia de que as crianças sabem muito bem o que querem. A formação de professores tem sido uma falácia e os resultados estão à vista, nos “produtos” que temos. Os professores perderam status, as escolas massificaram-se e estupidificaram-se, os professores são constantemente pressionados para processamentos burocráticos, projetos e estatísticas… e só com artificialização de rendimentos os políticos se contentam.
Neste reino de ignorantes, todos sofremos as consequências. Temos muito mais licenciados, pois temos, mas não valem metade do que valiam os que há 30 anos faziam o ensino secundário.A conferência que ontem debateu em Faro questões chave da educação pôs o dedo na ferida. E entre a assistência notou-se, no fim, que aquilo doeu.
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