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quarta-feira, 30 de março de 2011

Armando Vara em Mocambique... o homem está em todas



Por uma elementaríssima questão de justiça, não posso deixar de referir o percurso vertiginoso, de um homem que começou há poucos anos como caixa de uma agência da Caixa Geral de Depósitos em Mogadouro, e que agora, fala ao telefone com alguns dos mais poderosos governantes do nosso (pobre) País, que é um dos principais arguidos de um dos mais falados processos judiciais a decorrer e que, veja-se, é, além de muitas outras coisas de que nós nem sonhamos, o representante para África de uma das maiores empresas de construção civil brasileira, a quem foi adjudicada a construção de nova barragem moçambicana a poucos quilómetros de Cabora Bassa.

E o tipo, ou tipos, com quem ele fala ao telefone também lucram com o negócio ? Seria estranho que não lucrasse(m) ...

Estamos ou não entregues a escumalha ?!?!

Estamos...

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Adeus, até ao meu regresso - Documentário

Caros,

O blog Faro é Faro convida os seus leitores a verem este excelente documentário - "Adeus, até ao meu regresso - Soldados do Império", como forma de homenagear os nossos soldados que tombaram sob o fogo inimigo enquanto defendiam a pátria.

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

PARTE I


Parte II

Assim nos foi apresentado o inicio da Guerra Colonial

Foi assim que Salazar se dirigiu a população, solicitando a coesão nacional, de modo a que "rapidamente e em força", se pusesse termo as hostilidades, que infelizmente duraram mais de 10 anos.


Se não fosse a Abrilada, que precipitou o fim da Guerra Colonial, depois de tanto sangue ter sido derramado, entregando os territórios de mão beijada, retirando de forma trágica deixando para trás uma guerra ainda pior que a guerra colonial (a guerra entre facções), quer em numero de mortos, quer em anos de duração.

Não foi de facto a melhor hora portuguesa... Foi uma derrota trágica, a Guerra Colonial estava praticamente ganha, só na Guiné é que a coisa estava pior, mas era possível ainda dominar a situação. O 25 de Abril precipitou o processo que estava em curso desde 1970 para a condução dos processos de  independência nos antigos territórios ultramarinos.

Hoje, Portugal devia honrar os que morreram e se sacrificaram pela Pátria, mas não, cospe-lhes em cima.
É o pais que temos...

Cumprimentos cordiais

Luís Passos