Vejam bem com muita atenção! Dá que pensar não da?
Entrevista na Fox News em finais de 2009. Parece que a crise actual e o ajustamento à muito que estava previsto! Só resta saber se os globalistas vão conseguir aplicar o resto da sua agenda.
Além dos 688 mil desempregados, há 204 mil pessoas dadas como inactivas porque já não procuram trabalho e não contam para as estatísticas do desemprego.
Não é raro ouvir-se empresários dizer que têm lugares disponíveis e não encontram trabalhadores para os ocupar. Mas o contrário também é verdade. Há cada vez mais pessoas - sobretudo mulheres - a desistir de procurar emprego e que passam para a situação de inactividade. Umas porque, embora estejam disponíveis para trabalhar, já não procuram um emprego. Outras porque simplesmente acham que não têm lugar no mercado de trabalho, devido às suas baixas qualificações ou à idade.
Se estas 204 mil pessoas contassem para as estatísticas, o número de desempregados disparava dos 689 mil para os 892 mil. E a taxa de desemprego, que, no primeiro trimestre de 2011, atingiu o nível histórico de 12,4 por cento, estaria nos 15,5 por cento.
De facto estes números impressionam, há muito desemprego não registado, dado que em muitos casos as pessoas preferem não se inscrever no centro de emprego para um novo emprego, dado que aquilo não funciona, é algo a evitar e só causa transtornos. Por outro lado, tal como diz a peça, quando chegar o verão penso que haverá uma debandada, é o mês das férias, e penso que alguns irão fazer a uma fézinha lá fora, e se encontrarem algo interessante já não regressam. Outros, quando os parentes vierem de férias, voltam com eles para os países onde residem, alguns até já terão até emprego pré-negociado por lá.
Mas tem de ser assim, porque a nossa economia está a encolher, e não consegue absorver tanta mão de obra. Os numeros reais do desemprego devem de facto andar pelos 800.000 desempregados. É muita gente, quase 1/10 da população total, e deve andar perto dos 15 a 20% da população activa. O nosso desemprego está a aproximar-se à velocidade do TGV do nível de desemprego espanhol.
Eu não sou sociólogo, nem percebo nada de engenharia social, mas de modo empírico parece-me que se o desemprego atingir a barreira psicológica dos 20-22% da população activa, poderão haver convulsões sociais muito fortes em Portugal. Neste momento com perto 15% de desemprego real o povo está calmo, apesar de lhe faltar comida na barriga. Eu conheço muita gente que já só faz 1 refeição quente por dia porque o dinheiro não chega para fazer 2. Conheço crianças que a única refeição quente que fazem é na cantina das escolas. Em casa só comem bolachas e bebem leite.
Conheço familias de 4 pessoas que para os 4, um exemplo de refeição são umas batatas cozidas e uma lata de atum regada com um pouco de azeite, e se houver sorte, 1 ou 2 ovos cozidos.
Estamos a voltar aos anos 60 amigos, ou 50, em que numa família tinha para comer meia dúzia de sardinhas, ou penas um naco de pão. Os temos de miséria e escravidão estão ai... E o pior é que não há nada que o povo possa fazer, excepto eventualmente mostrar a sua indignação.
O problema são as nossas elites que não estão preparadas para governar, os nossos empresários que são tacanhos, medíocres e de vistas curtas. Alguns poucos tem ousadia, investem em negócios lucrativos, criam emprego, mas são muito poucos. Não temos neste momento ninguém com visão.
Os partidos só servem para tomar o orçamento de assalto e dividi-lo pelas suas clientelas. Não se fazem reformas estruturais, não de dinamiza a economia. Podíamos ter sido dos países mais ricos do mundo neste momento... e só não o somos devido a nossa mesquinhez e ignorância.
A Guarda Nacional Republicana promoveu, no início deste ano, 40 novos coronéis, aumentando assim o número de oficiais desta patente para cerca de uma centena. Tratou-se de uma medida de excepção no âmbito do que o Governo decidiu para a função pública, mas que, dentro da própria instituição provocou contestação, uma vez que se mantêm em suspenso as promoções para cerca de 10 mil guardas. Estas promoções serviram, por outro lado, para tentar travar a insatisfação dos oficiais de carreira por não chegarem aos lugares máximos da hierarquia, entregues a 11 generais oriundos do Exército.
Com as promoções de Janeiro deste ano (com retroactivos a Janeiro de 2010) a GNR passou a ter mais de um terço dos seus coronéis a desempenhar serviços administrativos. Apenas 27 dos oficiais com esta patente estão a comandar unidades, 18 correspondentes aos distritos do continente, duas relativas à Madeira e Açores e mais sete móveis.
"Na GNR os postos não são comandados por oficiais [na PSP o comando das esquadras está entregue a comissários e subcomissários, os quais já pertencem à classe de oficiais], mas por sargentos. Os oficiais da GNR estão, na sua maioria, dispersos por serviços burocráticos, de estudos e planeamentos", explicou ao PÚBLICO o presidente da Assembleia Geral da Associação dos Profissionais da Guarda (APG) José Manageiro.
Este dirigente sindical, assim como dois capitães-majores que preferiram manter o anonimato, entendem que o não aproveitamento para tarefas operacionais de grande parte dos oficiais formados internamente "é um factor de desmotivação" e "um desperdício de recursos". "É incompreensível que, após 100 anos de existência, a GNR continue sem ter um só comandante por si formado", dizem.
Os actuais 11 generais que estão ao serviço da GNR cumprem, todos eles, comissões de três anos. Por norma são destacados para esta força quando se aproximam do final da sua carreira no Exército. É, dizem os contestatários, um modo de enriquecer o currículo e, ao mesmo tempo, engrossar o valor da reforma.
O aumento de promoções junto dos oficiais generais (onde se incluem os coronéis) não é acompanhado pelas classes abaixo, nomeadamente os guardas. De acordo com José Manageiro há cerca de 10 mil efectivos à espera de poderem ascender a guardas principais e, ao mesmo tempo, nota-se, cada vez mais, a falta de pessoal nos postos. "A suspensão dos cursos de admissão ao longo dos últimos três anos fez com que, actualmente, exista uma falta de cerca de mil guardas", refere o dirigente da APG.
Para José Manageiro a componente operacional da GNR pode estar seriamente ameaçada, tanto mais que os sucessivos cortes orçamentais não deixam antever uma melhoria a curto prazo. "A falta de liquidez na GNR não é segredo para ninguém", refere o sindicalista, confirmando as sucessivas reclamações que dão conta de falhas relativamente à existência de viaturas, combustíveis e outros materiais.
Pois é, em plena crise, com milhares de praças, soldados e oficiais de patente inferior que estão com as promoções congeladas, estes "senhores" para se poderem reformar com uma pensão de reforma mais alta. Com o pais em crise.
É preciso ter uma ousadia... que despudor. Só mesmo em Portugal!
Depois do sucesso dos dois primeiros encontros, estamos a preparar o 3º Encontro de Jogos de Tabuleiro Algarve - Faro, a realizar no dia 26 de Maio de 2011 a partir das 20h30 na Associação Recreativa e Cultural de Músicos, junto à CP, em Faro.
Ao que isto chegou, agora os comícios são acções completamente encenadas com publico contratado, tudo para que as televisões captem imagens de grandes festas cheias de gente de modo a dar a ideia de grande mobilização.
E o pior disto tudo é a colaboração das juntas de freguesia, como dizia uma velhota no telejornal, que tinha sido recrutada pela junta, que lhe tinham oferecido o passeio de autocarro e a refeição.
Será que isto não fará com que as pessoas reflictam um bocadinho sobre o que são os actuais partidos e a actual forma de fazer politica? Eu já reflecti e já decidi. Por mim chega... nem mais um voto para esta canalha.
Vote em Branco, salve a democracia, corra com esta canalha!
Conforme tinha prometido no comentário aqui está o documentário "THE FALL OF THE REPUBLIC".
Mostra como os Estados Unidos de pais berço da democracia se transformou num pais de escravos, oprimidos pelos detentores do grande capital. Mostra como o pais perdeu a sua soberania e como o FED hoje é quem realmente governa na America.
Conforme prometido, aqui está o documentário "The Money Masters" que explica como funciona o actual sistema monetário, como foi implementado e como surgiu a NEW WORLD ORDER, e como a familia Rothschild dirige os destinos do mundo desde a derrota de Napoleão na batalha de Waterloo.
São 3 horas e meia de filme, mas que valem cada segundo! Não percam!
Deixo-vos o ultimo discurso do ultimo verdadeiro presidente dos Estados Unidos - John F. Kennedy.
Oiçam-no, compreendam-no, percebam-no! Muitas das situações que hoje vivemos foram antevistas por JFK, e por isso tentou lutar contra elas, perdendo a própria vida!
JFK descobriu este polvo, esta cambada de fanáticos que tentam a todo custo implementar uma NEW WORLD ORDER. Tentou denuncia-los e acabar com eles, mas infelizmente acabou por pagar com a própria vida. Espero que os Estados Unidos voltem novamente as raízes dos seus pais fundadores, que a constituição e o Bill of wrights volte a ser cumprida, e não se continue a ser capacho de muitos. Tal como diz o hino dos Estados Unidos
"... Oh, say! does that star-spangled banner yet wave O'er the land of the free and the home of the brave?"
Espero sinceramente que um dia voltem a poder ser a terra dos livres e a casa dos bravos!
Sempre pensei que os partidos fossem comedidos nos gastos, dado que estamos em plena bancarrota, não há dinheiro para pagar os nossos compromissos e estamos a espera que venha o dinheiro da ajuda externa para os conseguir honrar, e vamos agora gastar segundo já ouvi dizer mais de 7 milhões de euros?
Mas está tudo doido?
Hoje dei uma volta por Faro e está tudo cheio de outdoors dos partidos, com campanha... em Olhão idem. Quanto é que isto custa? Hoje em Faro vi uma coisa curiosa... um carro de som do PSD... quanto gasóleo aquela carrinha irá queimar até ao final da campanha? E quantas carrinhas andarão pelo pais? Quanto custará o seu aluguer? enfim... assim se esvaem 7 milhões com os quais se faziam 2 escolas secundárias ou 2 centros de saude regionais equipados ou 4 escolas primárias de pequena dimensão...
Quero-vos deixar este vídeo, penso que é de um partido recente, o MEP, mas que é extremamente interessante e aborda esta temática de uma forma muito curiosa.
Aqui vos deixo este documentário, que sinceramente toda a gente o devia ver. Toda a gente sem excepção.
É uma investigação fantástica levada a cabo pelo Canal Historia, sobre um exercito paralelo, às ordens da nato e que executou uma serie de atentados terroristas nos anos 50, 60 e 70, uma espécie de "Al-Qaeda" da Guerra Fria. Os atentados mais famosos foram os levados a cabo na bélgica, na alemanhã e ainda os que ficaram conhecidos como Operação Gládio na Itália.
O objectivo era permitir que determinada ideologia ou determinadas pessoas subissem ao poder sob a capa de ter um exercito de guerrilha caso os russos resolvessem invadir a Europa.
Muito provavelmente alguns destes exércitos ainda estão activos e a funcionar nos dias de hoje, ou até muito provavelmente atingiram um estado mais maduro e evoluído.
Após ver este documentário fico a pensar muito seriamente se os atentados de Madrid nos comboios que levaram a subida ao poder do PSOE e ainda os atentados mal explicados levados a cabo em Inglaterra de modo justificar as intervenções no Afeganistão e Iraque e a manter viva a guerra ao terrorismo não terão sido obra de um exercito igual a este descrito no documentário a actuar sobre ordens superiores da NATO, da CIA ou sabe-se lá de quem.
É uma vídeo fundamental para se perceber o mundo em que vivemos hoje, que poderes se mexem na sombra e como somos insignificantes e sacrificáveis nestes jogos de guerra entre governos.
O preço da gasolina vai registar a maior descida do ano já a partir de segunda-feira.
O comportamento dos mercados antecipa uma descida dos preços dos combustíveis em Portugal na próxima semana.
Segundo dados da Bloomberg, o preço da gasolina nos mercados internacionais desceu esta semana quase 3%. No entanto, no acumulado das duas últimas semanas, este combustível desvalorizou 6%, o que significa que - e passados dois meses - que a partir de segunda-feira os consumidores portugueses vão pagar menos para abastecer o depósito nas bombas.
No mesmo sentido, as cotações do gasóleo recuaram 1,3%, permitindo antever uma nova descida dos preços a partir da próxima semana. Contudo, e face aos preços da gasolina, a descida será residual. Recorde-se que nas últimas semanas o 'diesel' desvalorizou cerca de quatro cêntimos por litro nos postos de abastecimento nacionais, sendo que desde Abril - altura em que registou um novo máximo histórico - já recuou perto de 6 cêntimos.
Contactada pelo Económico, fonte da Galp - que é líder de mercado - disse que esta semana "os preços nas bombas vão reflectir, como em todas as semanas, a cotação dos produtos nos mercados internacionais e no caso da gasolina a descida vai ser mais acentuada".
Já nos Mosqueteiros (que controla os supermercados Ecomarché e Intermarché) "os combustíveis vão descer na próxima semana, a acompanhar os movimentos das cotações de mercado, sendo que o preço da gasolina poderá diminuir em média entre três a quatro cêntimos por litro a partir de segunda-feira", salientou fonte da empresa.
O preço de referência do litro de gasolina em Portugal é actualmente de 1,629 euros enquanto o do gasóleo vale 1,389 euros. Desde o início do ano, o preço do 'diesel' já subiu mais de 11 cêntimos, enquanto a gasolina encareceu 14 cêntimos por litro.
O último relatório da Comissão Europeia mostra que os preços praticados actualmente em Portugal são dos mais elevados da União Europeia, antes e depois de impostos.
Até que enfim... uma boa noticia, já havia algum tempo que não andava com o carro, precisei sair e fui meter gasolina, quando vi o preço até me assustei... 25€ apenas levei 14 litros de gasolina! Um roubo!!!
Hoje é dia da marinha, e para o comemorar venho-vos apresentar este post sobre o primeiro dos 4 grandes paquetes nacionais, o paquete "Vera Cruz".
O paquete Vera Cruz foi um dos mais famosos navios da Companhia Colonial de Navegação. Com duas turbinas a vapor e casco em aço, foi construído em 1951 pelos estaleiros da Société Anonyme John Cockerill, em Hoboken, Bélgica.
Destinava-se à carreira da América do Sul, para transporte de passageiros e de carga, e ocupou um lugar significativo na história da emigração portuguesa para o Brasil. Estava equipado com modernos aparelhos de radar, com alcance de 30 milhas, agulha giroscópica e piloto automático. Os passageiros, que se podiam alojar em três classes. Dispunha de salas de cinema, jardim de Inverno, piscina e hospital.
Dispunha de camarotes para 8 pessoas em classe de luxo, 190 em primeira, 200 em segunda e 844 em terceira, num total de 1242 passageiros. Desenvolvia uma potência de 25.500
cavalos, atingindo uma velocidade máxima de 22 nós. O seu comprimento era de 185,50 m e a boca máxima cerca de 23 m.
Na viagem inaugural, iniciada a 20 de Março de 1952, com destino ao Rio de Janeiro, teve como passageiro de honra o almirante Gago Coutinho. Era o início de sua viagem inaugural na Rota de Ouro e Prata e que o levaria a atravessar os dois Atlânticos, Norte e Sul, com destino aos portos sul-americanos do Rio de Janeiro, Santos, Montevidéu e Buenos Aires.
Para identificar os detalhes técnicos relativos à construção e às características desses dois novos transatlânticos, irei transcrever partes do texto do historiador marítimo português Luís Miguel Correia, do livro: Paquetes Portugueses (publicado em Lisboa em 1992 pelas Edições Inapa):
"De concepção extremamente avançada para a época, o Vera Cruz e o Santa Maria foram os primeiros paquetes portugueses, uma vez que todos os navios de passageiros anteriores eram unidades mistas de passageiros e carga. Pelas suas dimensões e características, o Vera Cruz e o Santa Maria eram grandes paquetes de prestígio, cuja imponência e elegância representavam condignamente Portugal em qualquer porto do mundo."
"A construção destes navios marcou um período de ressurgimento da marinha de comércio nacional, que, passados 40 anos, podemos classificar como a fase de maior desenvolvimento da história dos transportes marítimos portugueses desde a introdução do vapor."
"Sem querer pôr em causa as limitações do sector, que existiam efectivamente, foi possível renovar a nossa frota mercante com a aquisição de navios novos, adequados às necessidades do país, de que o Vera Cruz e o Santa Maria foram os melhores exemplos."
"Ligado a estas realizações, é justo referir o então ministro da Marinha, comandante Américo Thomaz, conhecedor profundo dos assuntos ligados à marinha mercante, a cujo desenvolvimento dedicou perto de duas décadas de trabalho."
"Com cerca de 20 mil toneladas, 20 nós (37,5 quilômetros horários) de velocidade e lotação para 1.200 passageiros, os gêmeos Vera Cruz e Santa Maria marcaram uma época."
"A concepção e planeamento do Vera Cruz obrigaram os técnicos do Estaleiro John Cockrill a 86 mil horas de trabalho."
"A pré-fabricação começou no início de 1950, tendo-se procedido o assentamento da quilha do Vera Cruz em 13 de maio deste ano."
"O navio foi lançado à água a 2 de junho de 1951, efetuando-se na mesma data o assentamento da quilha do Santa Maria. Foi madrinha do Vera Cruz dona Gertrudes Thomaz, esposa do ministro da Marinha."
"Na construção do Vera Cruz, foram utilizadas 8 mil toneladas de aço e 150 toneladas de alumínio, sendo instalados no navio 240 quilômetros de cabos elétricos e 96 quilômetros de encanamentos. Estiveram envolvidos na construção do Vera Cruz cerca de 1.000 técnicos e operários, que trabalharam durante 18 meses."
"Navio-almirante da marinha mercante portuguesa e da frota da Companhia Colonial de Navegação, o Vera Cruz foi entregue à CCN a 23 de fevereiro de 1952, no porto de Antuérpia (Bélgica), depois de concluir com êxito as provas de mar."
"Além de ser o maior navio português, o Vera Cruz era também a maior unidade até então construída na Bélgica, tendo assistido à cerimonia de entrega do paquete as individualidades mais importantes daquele país. Comandado por Hilário Filipe Marques, o Vera Cruz deixou Antuérpia a 28 de Fevereiro, chegando a Lisboa a 2 de Março de 1952. Durante a estadia no Tejo, o Vera Cruz foi visitado pelas grandes figuras do regime, com destaque para o presidente da República, general Craveiro Lopes, presidente do Conselho de Ministros, dr. Antônio de Oliveira Salazar."
"Cada um dos dois hélices de três pás do paquete pesava 16 toneladas e o Vera Cruz consumia 140 toneladas de fuel oil (óleo combustível) e 200 toneladas de água por cada dia de navegação. Foram instalados a bordo os mais modernos aparelhos de ajuda à navegação, nomeadamente agulha giroscópica, piloto automático, odômetro elétrico, radar com alcance de 30 milhas (55,5 quilômetros), radiogoniômetro, sonda e radiotelefone."
"Os interiores deste paquete eram considerados luxuosos para a época, incluindo numerosos salões, bares, cinemas, jardim de inverno, duas piscinas e amplos tombadilhos e solários, hospital com cinco enfermarias, salas para crianças e todas as facilidades consideradas necessárias para um grande transatlântico, incluindo ar condicionado."
"Henri Boulanger e Andrade Barreto foram os responsáveis pela decoração dos interiores do Vera Cruz, em que colaborou grande número de artistas portugueses."
"No seu conjunto, os interiores do Vera Cruz proporcionavam um ambiente luxuoso e confortável, mas pesado, traduzindo o gosto da época e um certo conservadorismo estético, em contraste com uma muito maior simplicidade e profusão de cores dos paquetes Augustus e Giulio Cesare, construídos na mesma época na Itália, igualmente para a carreira da América do Sul.
Sala de Jantar - Clicke na foto para ampliar
"O Vera Cruz tinha 350 tripulantes, dentre os quais 38 oficiais."
Muitos estão lembrados, ou já ouviram falar, da grandiosa despedida do Vera Cruz ao deixar Lisboa na sua viagem inaugural, rumo ao Brasil. Mas, poucos saberão como foi a recepção do outro lado do Oceano Atlântico.
A primeira escala do Vera Cruz ao Brasil deu-se no sábado, dia 29 de março de 1952, no Rio de Janeiro. Como a Imprensa havia noticiado com antecedência a chegada do famoso transatlântico, a cidade despertou cedo, milhares de pessoas aglomeraram-se na Praça Mauá e nas proximidades do porto.
Devido a forte nevoeiro, houve um atraso e somente após as 12 horas foi feita a atracação do tão esperado paquete português.
Brasileiros e portugueses, sob sol ardente, esbanjavam alegria, sem conter seu entusiasmo. Nunca um navio de qualquer nacionalidade foi tão bem recebido.
Ainda na Baía da Guanabara, o navio todo engalanado, sob comando de Hilário Filipe Marques e tendo a bordo o armador Bernardino Corrêa, viu-se cercado de várias embarcações, que apitavam incessantemente. O que era prontamente respondido pelo Vera Cruz, como que saudando a terra amiga, que por sua vez se enchia de sol para recebê-las à altura.
Bandeiras portuguesas e brasileiras estavam desfraldadas em seus mastros. De terra os foguetes explodiam, dando um tom festivo. A alegria era geral.
No local de atracação, bandas tocavam e a orquestra de bordo retribuía. No cais, o povo explodia de júbilo e entusiasmo, e a bordo acontecia o mesmo.
Os passageiros que desciam do navio foram recebidos com muito carinho e amizade por parte dos curiosos que foram assistir ao "espectáculo".
A bordo vinham várias autoridades e celebridades, a convite da Companhia Colonial de Navegação (CCN). Entre elas o almirante Gago Coutinho, os senhores comandantes Enrique Tereiro, Pereira Viana e Francisco Fialho; o coronel Antônio Manuel Batista; o capitão Teófilo Duarte e outras pessoas de destaque, além de jornalistas dos principais jornais de Portugal.
Também a rainha do fado Hermínia Silva e a Missão Cultural Portuguesa, formada por escritores, professores e historiadores, que foi o alvo de homenagens dos círculos intelectuais do Rio de Janeiro.
As solenidades oferecidas pelos brasileiros aos ilustres visitantes portugueses foram tantas que é quase impossível enumerá-las.
Entre elas, o banquete do Itamarati, as recepções na Academia Brasileira de Letras, na Reitoria da Universidade do Brasil, no Clube Ginástico Português, no Liceu Literário Português.
O presidente do Brasil, à época, Getúlio Vargas, acompanhado de sua esposa, Darcy Vargas, almoçou a bordo do Vera Cruz, a convite da embaixada de Portugal.
Com grande jantar oferecido pela CCN, à colónia portuguesa e à sociedade carioca, foram encerradas as comemorações. O armador Bernardino Corrêa, em breves palavras, saudou os portugueses e brasileiros, de quem tantas atenções recebeu.
O maior paquete português da época navegou rumo a Santos, na madrugada de 3 de Abril (quinta-feira), chegando à barra por volta das 13 horas.
Guardadas as devidas proporções, a recepção calorosa dada ao Vera Cruz em Santos não ficou atrás da do Rio, milhares de portugueses e brasileiros, vindos de São Paulo, reuniram-se com seus conterrâneos residentes em Santos para festejar e testemunhar o acontecimento.
Por volta de 14 horas, o novíssimo transatlântico é abordado pela lancha do Serviço de Praticagem, e a bordo sobe Gérson da Costa Fonseca, que na época era prático preferencial da CCN, através de seu agente em Santos, a Companhia Comercial Marítima.
"Em 40 anos de actividade em Santos como prático, nunca vi nada igual, como a chegada do Vera Cruz. Conduzir o navio pelo canal do porto, através da grande manifestação de júbilo popular, com milhares e milhares de pessoas acenando das amuradas da Ponta da Praia, outras embarcações apitando e os gritos emocionados de alguns passageiros, tudo isto deixou-me uma recordação inigualável", diz o ex-prático do porto.
Após a atracação no cais próximo ao Armazém de Bagagem, o transatlântico foi aberto para visita de autoridades, convidados especiais e representantes da Imprensa paulista e santista, aos quais foi oferecido o tradicional aperitivo de boas-vindas.
No dia 4, o navio foi aberto para o público em geral, formaram-se filas no cais para visitar o novo orgulho da marinha mercante Portuguesa.
No dia seguinte, a CCN ofereceu um almoço a bordo às principais autoridades de Santos, comparecendo o então prefeito municipal, Francisco Luiz Corrêa; o presidente da Câmara Municipal, Antônio Moreira; o capitão dos Portos do Estado de São Paulo, comandante Raja Gabaglia; e outras personalidades de destaque.
À noite, a CCN ofereceu banquete de gala ao governador do Estado de São Paulo, Lucas Nogueira Garcez, acompanhado da esposa, do chefe do cerimonial do Palácio Campos Elíseos e dos secretários do Governo em várias pastas; do comandante da região militar e do capitão dos Portos.
Após dois dias e duas noites de permanência no Porto de Santos, o Vera Cruz zarpou em direcção ao Rio da Prata, com escalas em Montevidéu (Uruguai) e Buenos Aires (Argentina).
Da data de sua viagem inaugural, até 1954, o Vera Cruz permaneceu servindo a Rota de Ouro e Prata ao lado do gémeo Santa Maria, com saídas alternadas dos portos "cabo-de-linha", Lisboa e Buenos Aires, a cada três semanas.
A partir de julho de 1954, o Vera Cruz passou a servir também a linha da CCN para a América Central, com escalas em Vigo (Espanha), Funchal (Ilha da Madeira), Tenerife (Ilhas Canárias), La Guaira (Venezuela), Curaçao (Antilhas Holandesas) e Havana (Cuba).
Junto com o Santa Maria, alternaram-se, ora servindo a carreira das Caraíbas e América Central, ora cobrindo escalas na Rota do Ouro e Prata segundo as melhores necessidades operacionais e de rendimento determinadas pela direção da armadora.
Em 1957 faleceu o fundador e animador principal da CCN, o armador Bernardino Corrêa, e nas viagens que estavam em curso, todos os navios da companhia colocaram a bandeira no mastro de popa (ré) a meio-pau.
Com o deflagrar dos conflitos da independência das colónias em Angola e Moçambique, a partir de 1960, o Estado português viu-se na obrigação de reforçar militarmente as colónias na tentativa de conter e eliminar os focos de resistência à ordem estabelecida.
Assim, no decorrer de 1961, várias unidades da marinha mercante de Portugal foram requisitadas pelo governo para servirem como transporte de tropas ou como navios de carga de material bélico.
O Vera Cruz não escapou à nova realidade e, ao retornar a Lisboa de sua viagem, a que seria na verdade a última, na Rota de Ouro e Prata (efetuada em março e abril daquele ano), o transatlântico foi rapidamente adaptado para as funções de navio-transporte e posto sobre o controle operacional da Marinha de Guerra, sempre, porém, com as cores da CCN.
Seguiu-se a partir de então um longo período onde alternaram-se viagens sob o comando naval e viagens puramente comerciais, a maioria destas realizadas entre Lisboa e Lobito/Luanda (Angola).
Esta fase durou até 1971. Em janeiro do ano seguinte, o transatlântico, após realizar uma viagem como transporte de tropas, foi ancorado no Rio Tejo, aguardando-se a decisão sobre o futuro.
Tal decisão só foi tomada um ano mais tarde e ela marcaria o fim do transatlântico. Após 20 anos de sua entrada em serviço, sendo portanto relativamente novo e ainda em condições de serviço, o Vera Cruz foi vendido para desmonte e sucata a uma empresa empresa especializada de Taiwan.
Em 4 de março de 1973 largou pela última vez as amararas do cais de Lisboa com destino a Formosa, desaparecendo assim dos oceanos, mas não de nossa memória, que lhe guarda recordação perene.
Fotos: Luis Miguel Correia (retiradas ao acaso da Internet)
Texto: Paquetes Portugueses, diversos blogs e artigos.
FICHA TÉCNICA
Vera Cruz:
Outros nomes: nenhum Bandeira: portuguesa Armador: Companhia Colonial de Navegação (CCN) País construtor: Bélgica Estaleiro construtor: Societé Anonyme John Cockerill
Porto de construção: Antuérpia
Ano da viagem inaugural: 1952 Tonelagem de arqueação (t.a.b.): 21.765 t Propulsão: 2 grupos de turbinas, com 2 hélices Comprimento: 185,75 m Boca (largura): 23 m Velocidade máxima: 23 nós (42 km/h) Passageiros: 1.242 Classes: 1ª - 148 2ª - 250 3ª - 844 Tripulação: 350 homens, sendo 38 oficiais
"No Sábado a equipa do João faz 10 anos à frente do Taco D´Ouro, estão de parabéns, o taco é uma referência da Cidade de Faro, com um ambiente entre o futebol café, mesas de bilhares e uma esplanada na principal avenida de Faro é um importante ponto de encontro de todas gerações de Faro e essa é talvez a mais importante característica do Taco." - Blog A Defesa de Faro
Evidentemente, parabéns ao Taco D'Ouro pelos 10 anos de gerência, de facto este café é uma referência em Faro, porém existe outros pormenores que convém referir que o artigo da defesa de Faro não abordou.
Um desses pormenores está na fotografia acima apresentada. A esplanada do Taco.
Essa esplanada tinha sido correctamente licenciada pela anterior edilidade, com projecto de pormenor aprovado e com licença para ocupação de espaço.
Algumas vozes ressabiadas vieram para os blogs mandar vir contra a esplanada, que era um abuso a ocupação do espaço publico, que destoava com o enquadramento da avenida, alias conforme se pode ver neste post da defesa de Faro Taco D'ouro datado de 14 de Janeiro de 2010.
O presidente Macário correia, que na altura andava a tomar decisões em função da opinião publica, mandou ilegalmente embargar a obra. O processo acabou em tribunal com a obra parada no ponto em que ficou.
Meus senhores, ficaram contentes agora? Olhem para aquilo!!! Dois postes metálicos tipo Metalofarense, estrutura metálica ainda por pintar, metade da cobertura por colocar e ainda sem acabamentos.
Toda aquela estrutura deveria estar folheada a madeira, de acordo com o projecto original, e seria uma esplanada bem bonita, quase tão bonita quanto a nova esplanada da geladaria da doca. Assim aqueles ressabiados que protestavam contra a esplanada devem estar mais contentes por terem um mamarracho feio à porta de casa, inacabado, que não dignifica a avenida.
Só me resta perguntar a esses 131 senhores que falaram no post da A defesa de Faro... ESTÃO CONTENTES???
Realmente... nesta cidade nem se faz nem se deixa fazer!!!!
Governo grego aplica mais austeridade: 6 mil milhões de euros.
O programa de ajustamento da Grécia está a descarrilar e o governo tem de aplicar maior austeridade, no valor de 6 mil milhões de euros, para conseguir reduzir o défice orçamental de 10,5% do PIB em 2010 para 7,6% no final deste ano.
O ministro grego das Finanças, George Papaconstantinou, anunciou ontem que o novo pacote de austeridade será especificado nos próximos dias, apenas um mês depois de o executivo ter definido um plano de 26 mil milhões de euros que incluía já parte das receitas do seu programa de privatizações (50 mil milhões de euros até 2015).
O empréstimo de 110 mil milhões de euros da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional à Grécia implica a "estrita condicionalidade", ou seja, um programa agressivo de consolidação orçamental e reformas estruturais. Se a Grécia não cumprir as metas definidas, arrisca-se a não receber as próximas tranches do empréstimo.
Ontem, o líder da missão do FMI na Grécia, Poul Thomsen, deixou um aviso sério: "A visão que parece estar a impor-se é a de que o programa do governo não está a funcionar. O programa irá descarrilar sem o reforço das reformas estruturais nos próximos meses."
As palavras duras do FMI seguiram-se à exigência dos ministros das Finanças europeus e do comissário dos Assuntos Económicos e Monetários, Olli Rehn, para que a Grécia avance rapidamente nas reformas económicas e no programa de privatizações.
O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, e Olli Rehn admitiram na terça-feira que poderia haver uma "reestruturação suave" da dívida grega, com o alargamento das maturidades dos empréstimos. Porém, o Banco Central Europeu veio ontem contrariar essa opção: "A reestruturação da dívida acabará com parte ou mesmo a totalidade do capital dos bancos gregos e por isso é uma receita para a catástrofe", disse Jurgen Stark, membro do conselho-executivo do BCE.
É com esta e outras noticias que começamos a perceber o porque do afastamento de Strauss-Khan da direcção do FMI.
As medidas aplicadas a Grécia não estão a resultar e o pais está cada vez mais endividado. Segundo li num artigo do Finantial Times, já se estava a preparar um segundo pacote de ajuda na ordem dos 70 mil milhões de euros, e era Strauss-Khan quem liderava o processo.
Mais uma vez a Grécia encaminha-se para a catástrofe. Agora estou convencido que os estados deviam ter privatizado alguns sectores da economia no tempo das vacas gordas e ter conseguido um bom valor pela sua participação, porque agora em tempo de vacas magras vai ser tudo privatizado ao desbarato. Quem agradece são os grandes grupos económicos que vão comprar barato. Alias... não sejamos ingénuos, esta crise foi provocada para permitir essa transferência de riqueza, e transferir divida privada da banca para os estados (o povo que pague a crise).
Se houvesse políticos dignos desse nome, nada disso teria acontecido, pois não se teriam endividado os países, tinham-se privatizado sectores na altura própria e hoje estaríamos bem melhor.
No meu entender o estado não deve possuir empresas de transportes, energia, investimento, etc etc. O que o estado deve fazer é ser o regulador e árbitro da actividade económica, fazer aplicar a justiça, recolher os impostos, promover e fazer chegar a educação a todos, garantir a equidade, fazer as leis, garantir a segurança e a soberania nacional, emitir moeda, garantir a saúde para todos e promover o estado social.
Assim não teríamos abusos de privados, porque a acção reguladora do estado seria firme, teríamos um mercado mais competitivo, teríamos mais investimento e mais emprego e um pais mais rico.
Mas não, temos um estado que representa mais de 50% da economia nacional, uma administração publica monstruosa, uma burocracia idêntica à dos Faraós e um sistema de justiça que faz da vara saca-rolhas. Assim não saímos do buraco em que nos afundamos cada vez mais... tal como os gregos.
É preciso intervir já... termos um governo capaz, que se entendam entre si (coisa que não acontece hoje), que trabalhem pelo desenvolvimento económico nacional, que tenham sentido de estado e capacidade de vencer os desafios que ai se aproximam. Caso contrário vamos acabar como os gregos. Não tarda muito e estará em breve uma reestruturação da divida grega.
E nós... com a economia actual, ainda não recebemos o dinheiro do FMI, mas não tarda muito está ai uma reestruturação da divida a porta!
Da plateia disseram-lhe: «os seus actos não reflectem as suas palavras». Primeiro-ministro não gostou e respondeu irritado
José Sócrates irritou-se esta manhã com um empresário durante uma conferência organizada pelo «Diário Económico». Depois da intervenção do primeiro-ministro demissionário e líder do PS, chegou a fase das perguntas.
«Fez um discurso muitíssimo bem conseguido, é profundo conhecedor dos problemas, mas eu tenho um problema essencial consigo, os seus actos não reflectem as suas palavras», afirmou um empresário, aplaudido de imediato pela plateia. A justificação para este «problema» surgiu depois. O empresário afirmou que «nos últimos seis anos o país perdeu sistematicamente competitividade» e perguntou a Sócrates «o que vai mudar para fortalecer a competitividade» caso seja reeleito.
«Não gostei do que disse», começou por responder Sócrates. «E não gostei por uma razão muito simples: Eu faço o meu melhor para que as minhas palavras correspondam exactamente aos meus actos. Desculpe, eu não lhe reconheço nenhuma autoridade moral para dizer que as suas palavras correspondem melhor aos seus actos do que as minhas», respondeu, visivelmente irritado.
«Os políticos podem sempre ter objectivos que não são cumpridos, mas o que me espanta é que o senhor não seja capaz de reconhecer, com honestidade, que entre 2005 e 2007, antes da crise que todo o mundo viveu, que a nossa economia estava a crescer. 2007 foi o ano em que a economia mais cresceu durante esta década», afirmou ainda José Sócrates.
«Considero injusto que considere que o meu governo também é responsável pela crise internacional. Fez o que fizeram os outros Governos», disse ainda.
«O senhor fez uma afirmação para ter palmas no auditório. Teve as suas palmas, agora eu quero defender-me», continuou Sócrates quando o tentaram interromper.
Penso que Sócrates está a perder o pé! Agora até antipatiza com os participantes em conferencias, que ainda por cima lhe dirigiu uma pergunta legitima? Cristo... ao que isto chegou! Um pouco mais de cordialidade e decoro!
Além do link para o site da TVI24 acima da acesso ao video, ou então podem ve-lo aqui:
Mais um excelente artigo do blog Olhão Livre, em que denuncia uma série de atropelos à decência levados a cabo pelo Município de Faro, nomeadamente pelo Eng. Macário Correia.
Enquanto o presidente Macário anda pelos Programas da Júlia Pinheiro a fazer-se de vitima e a dizer que os trabalhadores da Câmara de Faro são todos uns malandros e uns vadios e que não querem trabalhar, mais valia que pegasse no seu carrinho e fosse ao cais comercial ver o lixo. Pior ainda, é que num dos casos penso que a lixeira que lá se encontra é propriedade municipal.
Ou seja, o Presidente Macário anda por ai limpando a Ria e depois trás o lixo e acumula o lixo todo no cais comercial. Lindo serviço!
Fiquem então com as fotos da "cosa nostra".
Ahh! Pois é! Ta o lixo por todos os lados, e na grande maioria do lixo que por ali está é propriedade da Câmara de Faro, desde postes de marmorite que já não podem ser usados na iluminação pública, carros velhos rebocados, lixo de obras municipais, lixo de obras particulares (que o lá vão por), enfim... é uma vergonha!
Vamos la ver senhor presidente quando é que esta zona está limpa!
Eu pessoalmente vou la fiscalizar e tirar fotografias outra vez!