sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

EU ERA UM MÍSERO PROFESSOR, MINHA SENHORA" !?

"EU ERA UM MÍSERO PROFESSOR, MINHA SENHORA" !?
Esta frase que escapa da boca de Cavaco Silva numa entrevista a uma jornalista amiga diz tudo sobre o pensamento político de Cavaco Silva, o seu carácter e o desprezo que nutre por uma importante classe profissional.

 
Era um mísero professor catedrático que se baldava às aulas na Universidade Nova enquanto as dava na Católica, beneficiando assim de dois ordenados enquanto alguns alunos ficavam sem aulas e prejudicavam a sua licenciatura.

Era um mísero professor catedrático de economia que nada sabia de aplicações de poupanças e desse negócio sabia tanto como um qualquer trolha.
Era um mísero professor que além de vencimento de topo na carreira dos professores ainda acumulava com pensões do governo e do Banco de Portugal.
É um mísero político que tem dos professores uma visão ofensiva para toda a classe e que não hesita em ofender milhares de portugueses só para se armar em ignorante num domínio em que não pode invocar ignorância.
É um mísero político que depois de exercer os mais altos cargos durante mais de quinze anos diz que não é político para não carregar com o estigma de uma classe de políticos corruptos, muitos dos quais foram invenção dele.
É um mísero professor que tem uma luxuosa casa de férias no Algarve.

É um mísero professor que não tem a mais pequena consideração pelos professores deste país, não hesitando em promovê-los a ignorantes para invocar ignorância economia, ele que foi doutorado em York, professor universitário, técnico do Banco de Portugal, primeiro-ministro e Presidente da República.

É um mísero professor que nem tem consideração pela sua profissão e condição de professor doutorado, imagine-se em que conta deverá ter todos os outros portugueses.
É um mísero político que para conquistar a Presidência da República exibe os seus conhecimentos de economia e na hora de esconder a forma como obteve dinheiro fácil disfarça-se de mísero professor que nada sabe de acções.

Resta-nos esperar que os portugueses não escolham um mísero Presidente da República.

Não vou votar!!!

por CARLOS ABREU AMORIM no DN

1. Pela primeira vez desde que fiz 18 anos, não exercerei o direito de voto no próximo domingo. Vou abster-me, num acto pensado que se sustenta na inutilidade do actual modelo de poderes presidenciais e na sua trágica discrepância com a elevação democrática que subjaz à eleição directa e universal do seu titular.
Os poderes presidenciais constantes na Constituição constituem uma amálgama de elementos incoerentes sem sombra de identidade própria. Os seus defensores gostam de o nomear com uma expressão assaz reveladora desse insuperável estado de confusão: seria um modelo semipresidencial misto com pendor parlamentar!
Na prática das últimas décadas percebeu-se que este é o lugar público onde se torna mais perceptível a directa relação entre a dimensão do cargo e a daquele que o exerce. Se o seu titular se reduzir a ser um "Presidente do Conselho Fiscal do Formalismo Constitucional", como sucedeu com Cavaco Silva (e com nove anos e meio dos dez de Jorge Sampaio), então não faz qualquer sentido persistir em elegê-lo por sufrágio directo e universal.
2. Nos últimos quinze anos, este País andou sempre para trás. Qualquer que seja a questão nacional (educação, saúde, justiça, economia, finanças, credibilidade das instituições, o estado de depressão colectiva, etc.), Portugal está muito pior.
No entanto, segundo grande parte dos nossos constitucionalistas, bem como dos cronistas da corte que julgam fazer análise política, nenhuma responsabilidade pode ser assacada aos presidentes da República (PR).
Esta tentativa forçada de desculpabilização é contraproducente - acaba por desvendar que, afinal, o PR não faz qualquer diferença. Se o PR não influenciou as muitas desgraças que nos têm sucedido, então para que é que serve? É um mero distribuidor de alguns cargos e muitas duvidosas honras? Consistirá num simples produtor de avisos ou numa espécie de moralista do caos sem força palpável nos destinos colectivos? E será democraticamente adequado sujeitar o País a eleições presidenciais quando a omissão política do PR é um dado esperado e aceite pela exígua minoria que conhece a Constituição?
3. A ideia contemporânea de participação democrática vive da possibilidade de os cidadãos poderem influir efectivamente nas decisões que vão afectar as suas vidas. A democracia não se esgota em eleições - contudo, é nestas que os cidadãos possuem um instrumento activo para poderem agir sobre a realidade política, procurando alterá-la, através do seu voto. Os dois últimos Presidentes primaram pela apatia, ambos justificando-se com o desenho constitucional dos seus poderes.
Só que a esmagadora maioria dos eleitores julga que o seu voto, no próximo domingo, tem o dom de eleger alguém que pode determinar mudanças reais no País - o que não é verdade. Apesar de tal não ter estado na mente do legislador constituinte, do ponto de vista democrático as eleições presidenciais são uma autêntica fraude constitucional.
Não vou votar porque sei que isso seria um acto inútil e ilusório. E, ainda, porque a abstenção consciente, hoje em dia, é a melhor forma de expressar o repúdio por este sistema em que nos afundámos.





Eu pessoalmente já decidi... irei cumprir o meu dever cívico, mas vou votar em branco, porque não me revejo em nenhum dos candidatos. Este sistema politico chegou ao fim de um ciclo, é preciso sangue novo, caso contrário vamos permanecer neste charco de podridão onde estamos atascados.

Cumprimentos cordiais

Luís Passos 

Toucinho do Céu


Uma receita portuguesa, antiga e com tradição. Porque a história da doçaria portuguesa passa inevitavelmente pelos conventos e pelas monjas, que desenvolveram tantas receitas fantásticas a partir daquilo que produziam e criavam, como é o caso das amêndoas, das frutas, dos ovos e do mel. Se a isto juntarmos o açúcar, um bem escasso e raro para a época, e que era normalmente levado até aos conventos como uma oferenda ou como forma de pagamento de orações e promessas, chegamos facilmente à chamada doçaria conventual!
Na nossa história, esta doçaria está sempre ligada a dias especiais. Como o Natal. Portanto, qualquer mesa ficará certamente mais rica nesse dia com este delicioso bolo. Façam-no! E não se preocupem com a quantidade de ovos e açúcar que leva. Esqueçam as dietas, os diabetes, o colesterol e os triglicerideos! Esqueçam o mal que faz e troquem pelo bem que sabe!

Ingredientes:

500g de açúcar

2,5dl de água
200g de miolo de amêndoa moído
150g de doce de chila
18 gemas de ovo
2 ovos inteiros
canela em pó
açúcar em pó
pérolas prateadas

Preparação:

Num tacho misture o açúcar com a água e leve ao lume até atingir o ponto pérola (quando o fio que corre da colher for espesso e ficar uma gota suspensa na extermidade, tem-se o ponto de pérola - cerca de 10 minutos a ferver). Quando o açúcar estiver no ponto, junte a amêndoa moída e o doce de chila e volte a ferver durante 4 minutos.
Retire do lume e quando estiver morno junte-lhe as gemas e os ovos bem batidos. Mexa bem, junte também uma colher de café de canela em pó e leve novamente ao lume, mexendo sempre até engrossar. Retire do lume.
Coloque uma forma redonda previamnete untada com manteiga e forraga com papel vegetal e deite nela o preparado alisando a superfície.Leve ao forno (170ºC) uns 30 a 45 minutos. Retire, desenforme e deixe arrefecer.
Polvilhe abundantemente com o açúcar em pó e decore com as pérolas prateadas.

Bom Apetite!

Receita: As Minhas Receitas

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Faro: «O dia em que Junot foi emboscado» recordado no Pátio das Letras

 
O jornalista do Expresso, Rui Cardoso, estará este sábado, 22, às 16:30 horas, na livraria Pátio das Letras, em Faro, para proferir uma palestra sobre as invasões francesas, sob o tema «O dia em que Junot foi emboscado».

Trata-se de um estudioso da Guerra Peninsular, tendo publicado o livro «Invasões Francesas, 200 anos, mitos, histórias e protagonistas».

O Pátio das Letras recorda que uma semana depois, dia 29, também às 16:30 horas, António Costa Pinto vai proferir uma palestra sobre o tema «Para que servem os Presidentes da República». 
 
Promete ser interessante... Lá estarei!
Cumprimentos cordiais

Luís Passos

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Festa de Angariação de Fundos para a Construção da Nova Sede

Caros amigos,

Vamos todos ajudar o Armindo e participar nesta e noutras festas que se vão organizar para ajudar a Associação Recreativa  & Cultural de Músicos a continuar o seu excelente trabalho em prole da comunidade.

É um dever de cidadania participar nestas festas!

Cumprimentos cordiais

Luís Passos


terça-feira, 18 de janeiro de 2011

ARCM está de parabéns: em dois dias, duas cidades, nove entidades e 4340 assinaturas



Nos dias 13 e 14 de Janeiro foi feita a entrega do “Apelo em Defesa da Associação Recreativa e Cultural de Músicos” às entidades a quem este era dirigido.

Na quinta-feira, a ARCM foi recebida pessoalmente pelos Sr(a).s Presidente da Câmara Municipal de Faro – Macário Correia, Presidente da Assembleia Municipal de Faro – Luís Coelho, Directora Regional de Cultura do Algarve – Dália Paulo e Adjunta da Governadora Civil – Ana Passos.

Na Sexta Feira, na deslocação que a ARCM fez à capital, foi a vez de ser recebida pelo Sr. Presidente da Assembleia da República – Jaime Gama e no Gabinete do Primeiro Ministro pelo Sr. Assessor dos assuntos sociais e laborais, Dr. Artur Penedos.
Não tendo sido possível agendar audiência para esse dia, a ARCM deu entrada da petição nos serviços da Presidência da República e no Ministério da Cultura.

O documento original com 4340 subscrições foi entregue na Assembleia da República que lhe dará seguimento legal para que seja levado a discussão em plenário. A Cada um dos restantes destinatários foi entregue uma cópia do documento com pedido de apreciação. (ver anexo)

A ARCM foi ainda recebida pela direcção da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto.

A ARCM agradece desde já aos 4340 subscritores e aos sócios e amigos que tornaram possível levar mais longe o “Apelo em Defesa da Associação Recreativa e Cultural de Músicos”, que durante vários meses circulou de mão em mão pela cidade de Faro e pela Região. Um reconhecimento especial vai para aos artistas - músicos e actores - que participaram nos "Ensaios na Rua" e que levaram a ARCM para fora de portas em acções de grande visibilidade.

Este é um importante passo para levar aos mais altos responsáveis da região e do país, a voz da ARCM e dos que reconhecem a importância de salvaguardar a continuidade do seu projecto de mais de 20 anos a desenvolver cultura.




Vamos embora Armindo, continuar com este excelente projecto. Já sabes que podes contar comigo... 

Um abraço

Luís Passos 

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Plano Inclinado: - "Como sair desta crise?"

Caros,

Aqui vos deixo mais uma edição do programa "Plano Inclinado", a primeira deste ano!

Mário Crespo e Medina Carreira convidam o Prof. António Nogueira Leite para debaterem o tema: "Como Sair desta crise?"

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

Politica... Ontem e Hoje! Pessoas e factos


Para meditar...

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

sábado, 15 de janeiro de 2011

Dois Milhões de Pobres

 
 
A situação é preocupante, cada vez mais pessoas dependem do estado para sobreviver, e o estado com os compromissos que tem não vai conseguir alimentar tantas bocas.
Até o presidente, neste vídeo, diz para as pessoas não recorrerem a instituições do estado:



Enfim... e ainda digo... isto ainda não bateu no fundo... ainda não...

Quanto bater no fundo... quero ver... vai ser lindo!!!

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

Os Ares Condicionados do Macário

Caros,

Fui passear ao fórum no outro dia e deparei-me com este exemplo engraçado! Um sem numero de maquinas de ar condicionado, medonhas, na via publica, junto aquele barracão horrível à entrada de Faro que é o novo pavilhão de exposições.

Pois contei nada mais nada menos que 19 máquinas, em que 8 delas estavam voltadas para a fechada principal.

Então senhor Macário, onde estão as treliças brancas para esconder aquelas máquinas medonhas? Ainda por cima na entrada mais nobre da cidade?... Pois é... faz o que eu digo... Não faças o que eu faço!!!

Haja Pachorra!!!!

Luis Passos




Tomás Cabreira - Momentos finais



Já falta pouco para que nada reste... 
Cumprimentos cordiais

Luís Passos

LOL.... É voce, Sr. Professor? Quantas vezes?



Prof. Cavaco, você para ser honesto e que precisa de nascer 2x.... e mesmo assim se calhar não chega!!!