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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
UM BOM ANO PARA TODOS
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sexta-feira, dezembro 31, 2010
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
A PESCA DO BACALHAU
Caros,
Convido-os a ver um pequeno vídeo que não dura mais de 15 minutos sobre a pesca do bacalhau na Terra nova, em 1966, filmado a bordo do Santa Maria Manuela.
Era bastante dura a vida daqueles homens... a pescar 12 horas por dia naqueles doris, sujeitos a se perderem, a serem apanhados por uma onda grande, hipotermia, etc.
Não há duvida... Platão dizia "Existem 3 tipos de pessoas, os mortos, os vivos e os que andam no mar".
Tem toda a razão. Aqui está a prova.
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
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quinta-feira, dezembro 30, 2010
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MEMÓRIAS DO PORTUGAL RESPEITADO
Por: Luís Soares de Oliveira
Terça-feira, 20 de Abril de 2010
MEMÓRIAS DO PORTUGAL RESPEITADO
Corria o ano da graça de 1962. A Embaixada de Portugal em Washington recebe pela mala diplomática um cheque de 3 milhões de dólares (em termos actuais algo parecido com € 50 milhões) com instruções para o encaminhar ao State Department para pagamento da primeira tranche do empréstimo feito pelos EUA a Portugal, ao abrigo do Plano Marshall.
O embaixador incumbiu-me - ao tempo era eu primeiro secretário da Embaixada - dessa missão.
Aberto o expediente, estabeleci contacto telefónico com a desk portuguesa, pedi para ser recebido e, solicitado, disse ao que ia. O colega americano ficou algo perturbado e, contra o costume, pediu tempo para responder. Recebeu-me nessa tarde, no final do expediente. Disse-me que certamente havia um mal entendido da parte do governo português. Nada havia ficado estabelecido quanto ao pagamento do empréstimo e não seria aquele o momento adequado para criar precedentes ou estabelecer doutrina na matéria. Aconselhou a devolver o cheque a Lisboa, sugerindo que o mesmo fosse depositado numa conta a abrir para o efeito num Banco português, até que algo fosse decidido sobre o destino a dar a tal dinheiro. De qualquer maneira, o dinheiro ficaria em Portugal. Não estava previsto o seu regresso aos EUA.Transmiti imediatamente esta posição a Lisboa, pensando que a notícia seria bem recebida, sobretudo num altura em que o Tesouro Português estava a braços com os custos da guerra em África. Pensei mal. A resposta veio imediata e chispava lume. Não posso garantir a esta distância a exactidão dos termos mas era algo do tipo: "Pague já e exija recibo". Voltei à desk e comuniquei a posição de Lisboa.
Reuniram-se então os cérebros da task force que estabelecia as práticas a seguir em casos sem precedentes e concluíram que o Secretário de Estado - ao tempo Dean Rusk - teria que pedir autorização ao Congresso para receber o pagamento português. E assim foi feito. Quando o pedido chegou ao Congresso atingiu implicitamente as mesas dos correspondentes dos meios de comunicação e fez manchete nos principais jornais. "Portugal, o país mais pequeno da Europa, faz questão de pagar o empréstimo do Plano Marshall"; "Salazar não quer ficar a dever ao tio Sam" e outros títulos do mesmo teor anunciavam aos leitores americanos que na Europa havia um país - Portugal - que respeitava os seus compromissos.
Lembrei-me desta gente e destas máximas quando há dias vi na televisão o nosso Presidente da República a ser enxovalhado pública e grosseiramente pelo seu congénere checo a propósito de dívidas acumuladas.
Eu ainda me lembro de tais coisas, mas a grande maioria dos Portugueses de hoje nem esse consolo tem.
Estoril, 18 de Abril de 2010
Luís Soares de Oliveira
Este texto chegou-me por email, enviado pelo meu amigo Álvaro, a quem agradeço. Realmente a situação do pais é vergonhosa, em outros tempos as pessoas sabiam o que eram compromissos, não gastavam a tripa forra, não se faziam obras megalómanas, mas apenas aquelas que o pais precisa. Hoje reparo para o que se passa e vejo as obras do parque escolar, as autoestradas, o TGV, enfim, obras que se realizam para manter os empreiteiros "do regime" a rodar as custas do esforço da população em geral.
Meditemos então nas palavras de Luis Oliveira, enquanto não percebermos que não podemos viver de mendicidade, que temos de baixar o nível de vida de acordo com a riqueza que o pais produz e honrar os nossos compromissos não vamos a lado nenhum, venham lá quantos PECs quiserem.
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
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quinta-feira, dezembro 30, 2010
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Andam os pais a pagar um curso aos filhos para isto!!!!
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quinta-feira, dezembro 30, 2010
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DEMOLIÇÃO DO PAVILHÃO DA TOMÁS CABREIRA
Iniciou-se a demolição da Escola Secundária Tomás cabreira.
Guardem bem estas imagens... em breve... nada será como dantes!
Guardem bem estas imagens... em breve... nada será como dantes!
Video cortesia do blog Faro para a coisa
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Ex-Ministro Grego dos Transportes levou porrada de cidadãos
View More Free Videos Online at Veoh.com
Caros,
O Ex-Ministro dos Transportes grego foi violentamente agredido por populares quando saia do parlamento.
Amigos, se isto não é "democracia directa", não sei o que lhe chamar!!! eheh...
Há muito governante português que merecia tratamento semelhante...
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
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quarta-feira, dezembro 29, 2010
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Doca de Faro em 1970
Aqui fica mais umas fotos para recordamos a nossa cidade nos idos anos 70.
Reparem como a doca estava vazia, eram só saveiros e umas barcaças. Agora está cheia!!!
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
Reparem como a doca estava vazia, eram só saveiros e umas barcaças. Agora está cheia!!!
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
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quarta-feira, dezembro 29, 2010
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010
A "bananização" do País
Por Carlos Alberto Amorim, no DN a 22/12
Temos pouco que celebrar neste Natal. Continuamos a ser o povo mais mal governado do mundo de que julgamos fazer parte. Persistimos em vícios de exercício do poder, como um centralismo endémico e uma irremediável compulsão para malbaratar os dinheiros públicos que não temos. A corrupção medra, entrelaçando-se com a normalidade existencial, e já quase nem serve de notícia. O mérito é desdenhado e o sentido do que está certo ou errado confunde-se, embaciado, por entre os exemplos e os dizeres adocicados dos homens públicos. As altas patentes da justiça esforçam-se por agradar e proteger os detentores do poder. A educação é confeccionada em prol dos rankings, sobretudo daqueles que enaltecem o "eduquês" e que, por exemplo, referem o menor número de retenções (o vocábulo politicamente correcto para as reprovações ou chumbos) como a comprovação de que tudo está a melhorar - como se o facto de os professores serem permanentemente desencorajados de reprovar quem pouco ou nada sabe anunciasse alguma qualidade acrescida no ensino.
Cada vez mais, Portugal, tragicamente iludido por se quedar na Europa, conduz-se como se fosse um Paraguai qualquer. Independentemente daquilo que a geografia mostra ou a história nos ensina, hoje, o País revela uma irrefreável vocação terceiro-mundista.
As finanças estão mal, todos o sabemos, mas o caminho em que resvalamos é bem mais largo do que o carreiro das matérias económicas.
Há mais de vinte anos que somos governados em nome da serenidade e através de uma obsessão pela concórdia nas decisões públicas. O regime, após algumas doenças menineiras, assentou a sua autodefesa no paradigma da indiscutibilidade do consenso como ins- trumento que tudo podia. Criou-se o padrão de nunca querer fazer ondas perante os crescentes desmandos públicos, instalou-se a confusão, pouco democrática, entre a diversidade de opiniões e as divisões negativas e insuperáveis. Aos poucos, fez-se a sublimação do unanimismo quanto às questões exibidas como essenciais do regime. O mero esforço de discussão daquilo que era tido como inquestionável arrastava a possibilidade do anátema sem retorno.
Cientes dessas regras do jogo, os políticos acomodaram-se e a nossa sociedade desinformada e pouco participativa imitou-os, aliviada. Ninguém mais ousou inovar em campo algum por onde se espraia a governação. Os velhos dogmas foram sendo repetidos tautologicamente, num ritual mecânico e inconsequente. Governos de cores políticas diferentes aplicaram teimosamente receitas iguais mesmo quando estas já transbordavam antecipadamente a desgraça - desde a Expo'98, ao Euro 2004, às parcerias público-privadas, ao plano de barragens caro e pouco proveitoso, às auto-estradas do "lá vem um" e que não levam a lado nenhum, à irresponsabilidade dos submarinos, à criação de uma vasta clientela de subsidiodependentes, à loucura do TGV, ao crescimento desmesurado da administração.
Os poucos que refutavam estes trilhos eram apelidados de "tremendistas" eivados de má--fé ou de pessimis- tas militantes. Os órgãos de controlo do Estado, desde essas pomposas inutilidades denominadas presidentes da República até às entidades que vigiam as derrapagens públicas, limitaram-se a avisos ténues e sibilinos, quando não alimentaram os piores equívocos.
Chegámos onde estamos por culpa nossa, e não de qualquer tempestade gerada noutras paragens e à qual somos alheios (esta apenas dilatou os males que já cá estavam). Fomos e somos mal governados e aceitamos o facto com uma quietude bovina.
Foi o mito da "serenidade" que nos trouxe até aqui e é a inacção em que estacionámos que nos está a impedir de rompermos com este rumo.
Cada vez mais, Portugal, tragicamente iludido por se quedar na Europa, conduz-se como se fosse um Paraguai qualquer. Independentemente daquilo que a geografia mostra ou a história nos ensina, hoje, o País revela uma irrefreável vocação terceiro-mundista.
As finanças estão mal, todos o sabemos, mas o caminho em que resvalamos é bem mais largo do que o carreiro das matérias económicas.
Há mais de vinte anos que somos governados em nome da serenidade e através de uma obsessão pela concórdia nas decisões públicas. O regime, após algumas doenças menineiras, assentou a sua autodefesa no paradigma da indiscutibilidade do consenso como ins- trumento que tudo podia. Criou-se o padrão de nunca querer fazer ondas perante os crescentes desmandos públicos, instalou-se a confusão, pouco democrática, entre a diversidade de opiniões e as divisões negativas e insuperáveis. Aos poucos, fez-se a sublimação do unanimismo quanto às questões exibidas como essenciais do regime. O mero esforço de discussão daquilo que era tido como inquestionável arrastava a possibilidade do anátema sem retorno.
Cientes dessas regras do jogo, os políticos acomodaram-se e a nossa sociedade desinformada e pouco participativa imitou-os, aliviada. Ninguém mais ousou inovar em campo algum por onde se espraia a governação. Os velhos dogmas foram sendo repetidos tautologicamente, num ritual mecânico e inconsequente. Governos de cores políticas diferentes aplicaram teimosamente receitas iguais mesmo quando estas já transbordavam antecipadamente a desgraça - desde a Expo'98, ao Euro 2004, às parcerias público-privadas, ao plano de barragens caro e pouco proveitoso, às auto-estradas do "lá vem um" e que não levam a lado nenhum, à irresponsabilidade dos submarinos, à criação de uma vasta clientela de subsidiodependentes, à loucura do TGV, ao crescimento desmesurado da administração.
Os poucos que refutavam estes trilhos eram apelidados de "tremendistas" eivados de má--fé ou de pessimis- tas militantes. Os órgãos de controlo do Estado, desde essas pomposas inutilidades denominadas presidentes da República até às entidades que vigiam as derrapagens públicas, limitaram-se a avisos ténues e sibilinos, quando não alimentaram os piores equívocos.
Chegámos onde estamos por culpa nossa, e não de qualquer tempestade gerada noutras paragens e à qual somos alheios (esta apenas dilatou os males que já cá estavam). Fomos e somos mal governados e aceitamos o facto com uma quietude bovina.
Foi o mito da "serenidade" que nos trouxe até aqui e é a inacção em que estacionámos que nos está a impedir de rompermos com este rumo.
sábado, 25 de dezembro de 2010
Feliz Natal
O blog Faro é Faro deseja a todos os leitores, amigos e inimigos um feliz dia de Natal, na companhia de quem mais amam!
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sábado, dezembro 25, 2010
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
O vento arrancou o tronco de uma das palmeiras da doca de Faro
Caros
Anteontem, na noite que choveu torrencialmente e ventou brutalmente, o que restava desta palmeira já morta pelo escaravelho soçobrou e partiu-se.
Realmente o tronco por dentro encontrava-se todo carcomido e em mau estado, não apresentando a necessária robustez mecânica para se encontrar na via pública.
Questiono agora como se encontrarão as demais palmeiras que foram atacadas pelo dito escaravelho, que já não tendo rama para comer, comeu o tronco até mais não.
Não será que a Fagar devia decepar imediatamente essas palmeiras dado que caso aconteça situação semelhante estas podem cair sobre viaturas provocando danos avultados, coisa que não teria de acontecer se a Fagar cumprisse com o seu dever e as suas obrigações.Façam o favor de remover este tronco e de cortar as demais palmeiras em situação semelhante para evitar estragos futuros.
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
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quinta-feira, dezembro 23, 2010
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Perolas da Arquitectura Farense
Tubos de Recolha de Agua Pluvial no Edifício Ria Formosa (Junta de Freguesia de São Pedro)
Caros,
Ia passando e quando olhei para a fachada deparei-me com esta lindo brinde. Sim senhor, grande arquitecto que soube bem compatibilizar a fachada principal de um edifício numa rua nobre da cidade (Av. da Republica) com a implantação do sistema de escoamento de aguas pluviais.
Então não é que o energumenoarquitecto arquitonto, em vez de embeber o tubo ou criar uma caixa a seguir a laje do 2 piso (sacada) no prolongamento desta para colocar toda a tubagem e demais instalações técnicas... não, deixa tudo à vista. Quem olha para aquilo pensa... será que se esqueceram do tubo de plúvia e depressa arranjaram uma solução de "desenrascanço"?? se não é... parece!!!
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
Caros,
Ia passando e quando olhei para a fachada deparei-me com esta lindo brinde. Sim senhor, grande arquitecto que soube bem compatibilizar a fachada principal de um edifício numa rua nobre da cidade (Av. da Republica) com a implantação do sistema de escoamento de aguas pluviais.
Então não é que o energumeno
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
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quinta-feira, dezembro 23, 2010
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"Prenda Tóxica" contra portagens
COMISSÃO DE UTENTES ENTREGA "PRENDA TÓXICA" AO GOVERNO
Seis representantes da Comissão de Utentes da Via do Infante trajados com batas, capacetes, óculos e auscultadores entregaram hoje no Governo Civil um presente de Natal “envenenado” para contestar a introdução de portagens naquela estrada.
Numa acção surpresa, os seis homens tencionavam entregar à Governadora Civil de Faro uma caixa negra ilustrada com um símbolo alusivo à morte e onde se podia ler “contém chip”, mas acabaram por ser recebidos pelo chefe de gabinete.
“Esta oferta de Natal é tóxica, explosiva e liberta substâncias nocivas para a economia regional”, ironizou António Almeida, membro da comissão, que diz esperar que o conteúdo da caixa fique “congelado durante décadas”.
Dentro da caixa estava um chip dourado, uma t-shirt para a Governadora Civil com a inscrição “Portajar a Via do Infante é dar mobilidade ao acidente” e um conjunto de trabalhos que envolveram técnicas como a colagem e a pintura.
“Estavam também fragmentos da bandeira do partido político no poder onde se lê 'mentiu', uma planta aérea de Loulé com a indicação de a EN125 é uma rua e desenhos de cruzes com a inscrição do número 125”, disse António Almeida.
O facto de apresentarem uma indumentária de proteção tem a ver com o “alerta para o risco potencial da introdução de portagens na Via do Infante”, já que portajar aquela via é “adiar o desenvolvimento da região”.
Quanto ao hipotético “chip” que o grupo entregou no Governo Civil, António Almeida diz esperar que essa hipótese esteja “só na cabeça do engenheiro Sócrates e de Pedro Passos Coelho” já que não passa de uma hipótese “tonta”.
“Temos direito à mobilidade com segurança para poder governar as nossas vidas e construir o progresso”, resume, lembrando que a construção da Via do Infante permitiu o decréscimo dos acidentes mortais na EN 125.
“Portajar a Via do Infante prejudica todo o comércio e afasta muitos turistas da região, especialmente os espanhóis”, sublinha.
Texto: Região Sul Online
Seis representantes da Comissão de Utentes da Via do Infante trajados com batas, capacetes, óculos e auscultadores entregaram hoje no Governo Civil um presente de Natal “envenenado” para contestar a introdução de portagens naquela estrada.
Numa acção surpresa, os seis homens tencionavam entregar à Governadora Civil de Faro uma caixa negra ilustrada com um símbolo alusivo à morte e onde se podia ler “contém chip”, mas acabaram por ser recebidos pelo chefe de gabinete.
“Esta oferta de Natal é tóxica, explosiva e liberta substâncias nocivas para a economia regional”, ironizou António Almeida, membro da comissão, que diz esperar que o conteúdo da caixa fique “congelado durante décadas”.
Dentro da caixa estava um chip dourado, uma t-shirt para a Governadora Civil com a inscrição “Portajar a Via do Infante é dar mobilidade ao acidente” e um conjunto de trabalhos que envolveram técnicas como a colagem e a pintura.
“Estavam também fragmentos da bandeira do partido político no poder onde se lê 'mentiu', uma planta aérea de Loulé com a indicação de a EN125 é uma rua e desenhos de cruzes com a inscrição do número 125”, disse António Almeida.
O facto de apresentarem uma indumentária de proteção tem a ver com o “alerta para o risco potencial da introdução de portagens na Via do Infante”, já que portajar aquela via é “adiar o desenvolvimento da região”.
Quanto ao hipotético “chip” que o grupo entregou no Governo Civil, António Almeida diz esperar que essa hipótese esteja “só na cabeça do engenheiro Sócrates e de Pedro Passos Coelho” já que não passa de uma hipótese “tonta”.
“Temos direito à mobilidade com segurança para poder governar as nossas vidas e construir o progresso”, resume, lembrando que a construção da Via do Infante permitiu o decréscimo dos acidentes mortais na EN 125.
“Portajar a Via do Infante prejudica todo o comércio e afasta muitos turistas da região, especialmente os espanhóis”, sublinha.
Texto: Região Sul Online
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Plano-Inclinado: O sonho do 25 de Abril
Caros,
Aqui vos deixo mais uma adição do programa Plano Inclinado. Fantástico como sempre.
Tema muito pertinente... Afinal Abril... que promessas ainda estão por cumprir, porque estamos numa situação cada vez mais de miséria. Há fome nas ruas, estamos a voltar ao tempo anterior ao golpe de estado, em que as vezes meia dúzia de sardinhas tinham de alimentar uma família. Que pais queremos? Que legado vamos deixar? Aproveitamos bem as oportunidades?
Esclareça tudo isso no vídeo que vos deixo.
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
Aqui vos deixo mais uma adição do programa Plano Inclinado. Fantástico como sempre.
Tema muito pertinente... Afinal Abril... que promessas ainda estão por cumprir, porque estamos numa situação cada vez mais de miséria. Há fome nas ruas, estamos a voltar ao tempo anterior ao golpe de estado, em que as vezes meia dúzia de sardinhas tinham de alimentar uma família. Que pais queremos? Que legado vamos deixar? Aproveitamos bem as oportunidades?
Esclareça tudo isso no vídeo que vos deixo.
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
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terça-feira, dezembro 21, 2010
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Pobreza Envergonhada
Caros,
Recebi este texto por email, retirado do blog Aventar, que ilustra bem a situação dramática que algumas famílias vivem nos dias de hoje.
Penso que seria uma boa iniciativa este Natal, em vez de andarmos a gastar dinheiro a rodos em coisas supérfluas, que passado uns tempos ficam ao canto, reservem um pouco e ajudem aquela vosso vizinho que sabem que passa fome, oferecendo-lhe comida, alguma roupa, ou simplesmente oferecendo o ouvido para ele poder desabafar o que lhe vai na alma.
Tenho falado com bastante gente sobre isto e as historias que tenho ouvido (historias reais) aqui na cidade de Faro são de arrepiar, e não vejo ninguém preocupado.
Enfim... aqui fica o texto para vossa reflexão.
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
O Diário do Professor Arnaldo – A fome nas escolas
Ontem, uma mãe lavada em lágrimas veio ter comigo à porta da escola. Que não tinha um tostão em casa, ela e o marido estão desempregados e, até ao fim do mês, tem 2 litros de leite e meia dúzia de batatas para dar aos dois filhos.
Acontece que o mais velho é meu aluno. Anda no 7.º ano, tem 12 anos mas, pela estrutura física, dir-se-ia que não tem mais de 10. Como é óbvio, fiquei chocado. Ainda lhe disse que não sou o Director de Turma do miúdo e que não podia fazer nada, a não ser alertar quem de direito, mas ela também não queria nada a não ser desabafar.
De vez em quando, dão-lhe dois ou três pães na padaria lá da beira, que ela distribui conforme pode para que os miúdos não vão de estômago vazio para a escola. Quando está completamente desesperada, como nos últimos dias, ganha coragem e recorre à instituição daqui da vila – oferecem refeições quentes aos mais necessitados. De resto, não conta a ninguém a situação em que vive, nem mesmo aos vizinhos, porque tem vergonha. Se existe pobreza envergonhada, aqui está ela em toda a sua plenitude.
Sabe que pode contar com a escola. Os miúdos têm ambos Escalão A, porque o desemprego já se prolonga há mais de um ano (quem quer duas pessoas com 45 anos de idade e habilitações ao nível da 4ª classe?). Dão-lhes o pequeno-almoço na escola e dão-lhes o almoço e o lanche. O pior é à noite e sobretudo ao fim-de-semana. Quantas vezes aquelas duas crianças foram para a cama com meio copo de leite no estômago, misturado com o sal das suas lágrimas…
Sem saber o que dizer, segureia-a pela mão e meti-lhe 10 euros no bolso. Começou por recusar, mas aceitou emocionada. Despediu-se a chorar, dizendo que tinha vindo ter comigo apenas por causa da mensagem que eu enviara na caderneta. Onde eu dizia, de forma dura, que «o seu educando não está minimamente concentrado nas aulas e, não raras vezes, deita a cabeça no tampo da mesma como se estivesse a dormir».
Aí, já não respondi. Senti-me culpado. Muito culpado por nunca ter reparado nesta situação dramática. Mas com 8 turmas e quase 200 alunos, como podia ter reparado?
É este o Portugal de sucesso dos nossos governantes. É este o Portugal dos nossos filhos.
Acontece que o mais velho é meu aluno. Anda no 7.º ano, tem 12 anos mas, pela estrutura física, dir-se-ia que não tem mais de 10. Como é óbvio, fiquei chocado. Ainda lhe disse que não sou o Director de Turma do miúdo e que não podia fazer nada, a não ser alertar quem de direito, mas ela também não queria nada a não ser desabafar.
De vez em quando, dão-lhe dois ou três pães na padaria lá da beira, que ela distribui conforme pode para que os miúdos não vão de estômago vazio para a escola. Quando está completamente desesperada, como nos últimos dias, ganha coragem e recorre à instituição daqui da vila – oferecem refeições quentes aos mais necessitados. De resto, não conta a ninguém a situação em que vive, nem mesmo aos vizinhos, porque tem vergonha. Se existe pobreza envergonhada, aqui está ela em toda a sua plenitude.
Sabe que pode contar com a escola. Os miúdos têm ambos Escalão A, porque o desemprego já se prolonga há mais de um ano (quem quer duas pessoas com 45 anos de idade e habilitações ao nível da 4ª classe?). Dão-lhes o pequeno-almoço na escola e dão-lhes o almoço e o lanche. O pior é à noite e sobretudo ao fim-de-semana. Quantas vezes aquelas duas crianças foram para a cama com meio copo de leite no estômago, misturado com o sal das suas lágrimas…
Sem saber o que dizer, segureia-a pela mão e meti-lhe 10 euros no bolso. Começou por recusar, mas aceitou emocionada. Despediu-se a chorar, dizendo que tinha vindo ter comigo apenas por causa da mensagem que eu enviara na caderneta. Onde eu dizia, de forma dura, que «o seu educando não está minimamente concentrado nas aulas e, não raras vezes, deita a cabeça no tampo da mesma como se estivesse a dormir».
Aí, já não respondi. Senti-me culpado. Muito culpado por nunca ter reparado nesta situação dramática. Mas com 8 turmas e quase 200 alunos, como podia ter reparado?
É este o Portugal de sucesso dos nossos governantes. É este o Portugal dos nossos filhos.
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FELIZ NATAL
O Blog Faro é Faro deseja a todos os leitores, amigos e inimigos um Feliz Natal de 2010!!!!
Que o Pai Natal traga a todos aquilo que mais desejam... São os meus sinceros votos para este Natal.
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
Que o Pai Natal traga a todos aquilo que mais desejam... São os meus sinceros votos para este Natal.
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Wikileaks ou Wikirebels???
Agora que se fala tanto na Wikileaks, aqui vos deixo o documentário Wikirebels, de modo a se conhecer melhor esta organização.
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
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quarta-feira, dezembro 15, 2010
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Wikileaks
TERTULIA - O estado das contas Portuguesas
Caros,
Quero convida-los a participar nesta tertúlia que se vai realizar no Pátio das Letras, dia 16 as 22 Horas em que se vai debater o estado da economia nacional.
Vai contar com a presença do Dr. Efigénio Rebelo, do Prof. Mendonça Pinto e ainda do Eng. Macário Correia.
Não deixem de ir, e aproveitem dado que o tema e economia e contas públicas, para interrogar o Presidente Macário sobre o recente plano de solvabilidade da Câmara de Faro. Não desperdicem a oportunidade.
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
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quarta-feira, dezembro 15, 2010
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tertulia
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Plano Inclinado: A CRISE
Mais uma edição do programa inclinado com a participação de Medina Carreira, Mário Crespo e como convidado desta semana, Dr.Pedro Ferraz da Costa.
Um programa bastante pertinente!
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Plano Inclinado
sábado, 11 de dezembro de 2010
Nova Profissão do Luis "Barriga"
Caro amigo,
Soube pelo teu blog que agora trabalhas numa traineira de covos, a "António Carlos".
Desde já te desejo imenso sucesso nessa tua nova profissão, é uma pena não continuares a tua carreira como treinador de vela, pq fizeste um trabalho notável no G.C.N. de Faro que toda a gente reconhece, bem como noutros sítios por onde passaste.
Enfim... é a vida... as vezes temos de tomar decisões e tomaste essa, espero que sejas muito feliz a bordo da tua nova embarcação.
Soube pelo teu blog que agora trabalhas numa traineira de covos, a "António Carlos".
Desde já te desejo imenso sucesso nessa tua nova profissão, é uma pena não continuares a tua carreira como treinador de vela, pq fizeste um trabalho notável no G.C.N. de Faro que toda a gente reconhece, bem como noutros sítios por onde passaste.
Enfim... é a vida... as vezes temos de tomar decisões e tomaste essa, espero que sejas muito feliz a bordo da tua nova embarcação.
"Existem 3 tipos de pessoas, os mortos, os vivos e os que andam no mar." - Platão
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
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sábado, dezembro 11, 2010
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Iluminação de Natal - FARO (1954)
Caros,
Aqui vos deixo uma imagem da Rua de Santo António, nesse longínquo ano de 1954, toda enfeitada com a iluminação natalicia.
Felizmente nessa altura ainda não tinham tido a ideia peregrina de por aquela passadeira idiota no meio da rua. Mas não sei porque, apesar da iluminação actual ser mais bonita e mais moderna, olho para esta e vejo que há um "je ne sais qu'a" que nos transmite o charme e o glamour dos tempos áureos da Cidade de Faro.
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
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sexta-feira, dezembro 10, 2010
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sexta-feira, dezembro 10, 2010
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Fogos de Artificio na Passagem de Ano
Numa situação de crise em que é necessária austeridade e bom senso no gasto dos dinheiros públicos. Quanto é que se irá gastar neste espectáculo de fogos de artificio? Não seria mais baratinho e mais adequado à actual situação económica fazer apenas disparar uns quantos foguetes daqueles tradicionais de cana, dos que não fazem efeitos especiais nem colorido, apenas umas faiscas e o típico estoiro??
Já a iluminação de Natal, que diziam que ia ser minimalista e assim e assado, bem... aquilo de minimalista não tem nada, é igual aos anos anteriores, mas a porcaria da carpete que só serve para as velhotas caírem, ainda no outro dia ajudei uma a levantar-se depois de uma bela queda.
Bem, meus senhores, deixemo-nos mas é de despesas, convidassem mas é os membros da A.R.C.M de Faro, lá do nosso amigo Armindo para irem la tocar umas coisas, que há lá gente de grande valor, e depois a meia noite disparassem uns foguetezitos que é para o ano entrar melhor!!!
Não sejam despesistas... querem é viver assima das possibilidades... seus malandros!!! A mama vai-se acabar!!!
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
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quinta-feira, dezembro 09, 2010
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
RECEITAS PARA VENCER A CRISE
Carne de Porco em Vinho Tinto
Caros aqui vos deixo mais uma receita para vencer a crise, desta vez retirada do blog "As minhas receitas" que ensina como aproveitar os restos e sobras que temos no frigorífico.
Sem duvida, uma receita para vencer a crise, e com um sabor divinal!
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
Ingredientes para 2 pessoas:
300g de perna de porco em cubinhos
2 hastes de tomilho
1 folha de louro
200ml de vinho tinto
3 colheres de sopa de polpa de tomate
1 cebola grande
1 colher de sopa de azeite
1 colher de sopa de farinha
sal e pimenta q.b.
1 malagueta seca
Preparação:
Tempere a carne com sal, pimenta e misture-lhe a farinha.
Leve um tacho ao lume com o azeite e junte a cebola cortada em meias luas grossas. Junte depois a carne e deixe saltear tudo até a carne começar a ficar dourada. Acrescente depois o vinho tinto, a malagueta partida, a polpa de tomate, a folha de louro e o tomilho. Deixe levantar fervura, tape o tacho e reduza o lume para o mínimo. Deixe então cozinhar em lume muito brando durante 1 hora até o molho estar reduzido e espesso (se necessário acrescente um pouco mais de vinho durante a cozedura) e a carne bem macia. Se necessário rectifique os temperos.
Antes de servir retire a folha de louro e as hastes de tomilho e sirva com arroz branco ou puré de batata e legumes cozidos.
Bom Apetite!
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quarta-feira, dezembro 08, 2010
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Comissão Europeia levanta processo de infracção
Caros,
A algum tempo, o Sr.António Terremoto havia apresentado uma queixa na Comissão Europeia a propósito dos esgotos e das ETARS existentes na Ria Formosa. Várias aves apareceram mortas junto de algumas ETAR, e no caso da ETAR de Olhão, foi necessário por um vaporizador gigante para disfarçar o cheiro nauseabundo.
Assim, a Comissão Europeia, depois de anunciar que ia estudar o caso, conforme foi dito neste post, Comissão Europeia Responde , agora a mesma comissão vem afirmar que já analisou e que levantou um processo de contra ordenação contra o estado português por violação de diversas disposições nacionais e comunitárias.
Mais uma vez dou os meus parabéns ao Sr. António Terremoto, que aos poucos vai dizimando o polvo.
Cumprimentos cordiais
Luís Passos
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segunda-feira, dezembro 06, 2010
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