Caros,
Em Faro na Rua João Stuart, existe uma passadeira na divisão entre esta rua e a Rua Frederico Lécor.
Porém quem planeou esta obra não sabia muito bem o que estava a fazer.
Esta passadeira está assente em cima de uma lomba e essa lomba tem uns interessantes 10 a 15 centímetros de altura na zona mais elevada, e na entrada da lomba, esta não está rampeada, mas sim tem uma entrada em degrau, conforme se pode ver nesta fotografia.
Além disso a sinalização desta rampa também é deficiente. Do lado poente, o sinal que indica a presença da lomba está muitíssimo antes da lomba, cerca de 400 metros antes da lomba e esta como não esta pintada em cores visíveis a distância, amarelo ou vermelho, pessoas que não conheçam a zona facilmente entram na lomba a 30 ou 40 km/h levantando voo literalmente.
Repare-se na distancia que o sinal está da lomba, talvez sejam mais de 500 metros até la abaixo (ela está junto ao penúltimo prédio branco), e reparem que como esta não esta pintada, não é visível, leva o condutor a pensar que o sinal poderá estar mal colocado, uma vez que não consegue ver a lomba, dá por si, está a levantar voo com o carro.
A mim nunca me aconteceu porque vi a lomba ser executada, mas já vi muitas pessoas levantarem voo literalmente nesta rua.
Mesmo quem anda devagar, esta lomba estraga os veículos, reparem só no ângulo de inclinação deste Citroen Berlingo...
Reparem so na inclinação do carro ao descer a lomba, tal é a sua altura.
Senhor Presidente Macário... não disse que vinha trabalhar? Ponha la isto em condições de modo a cumprir os regulamentos em vigor no que toca a execução de vias rodoviárias.
Cumprimentos cordiais
Luis Passos
"Américo Pires da Costa explicou que a análise da sinistralidade por cada mil habitantes, nos últimos três anos, permite perceber que o Porto terá registado cerca de 70 por cento dos acidentes rodoviários de Faro, mas o dobro dos verificados em Gondomar.
O especialista admitiu que a diferença assinalável entre a cidade do Porto e as suas periferias se deve ao facto de a primeira ser o grande pólo de atracção das segundas.
No caso de Faro, o acréscimo poderá ser determinado por se tratar de uma cidade mais procurada no verão por pessoas desconhecedoras da malha urbana local.
O estudo identificou no Porto uma vintena de zonas que, segundo determinado critério, são mais atreitas a acidentes, incluindo parte das avenidas da Boavista e de Fernão de Magalhães ou um nó junto ao Carvalhido.
Atropelamentos e colisões traseiras são os acidentes mais frequentes, sendo raros os despistes.
O leque de causas da sinistralidade é vasto, desde velocidades excessivas a travessia de artérias movimentadas fora das passadeiras, mas também passam por situações que podem ser corrigidas, “nomeadamente problemas de visibilidade”.
No caso específico dos atropelamentos, o especialista citou, de memória, uma zona do Amial, contígua a uma escola, como um dos chamados “pontos de acumulação de acidentes”.
As periferias das escolas são, aliás, alvo de algumas recomendações do estudo, defendendo-se que o acesso aos estabelecimentos de ensino nunca se faça a partir de vias estruturantes.
Os resultados do estudo, desenvolvido pela Direcção Municipal da Via Pública, em parceria com o Instituto da Construção da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, serão apresentados hoje à tarde, na Câmara do Porto, durante a conferência “Segurança Rodoviária no Porto”, que integra o programa local da Semana da Mobilidade.
Horas antes da apresentação deste estudo, o Porto será palco do lançamento da campanha “Atenção, somos todos peões!”, numa cerimónia com a presença do ministro da Administração Interna, Rui Pereira, do autarca local, Rui Rio, e do presidente do Automóvel Clube de Portugal, Carlos Barbosa.
Trata-se de uma acção de sensibilização dedicada à sinistralidade com peões nas passadeiras das principais artérias urbanas, englobada na Semana Europeia da Mobilidade.
A campanha, que será alvo de uma segunda apresentação, no dia 22, em Lisboa, consiste na colocação de cartazes nas passadeiras para que peões e automobilistas possam ver o número de mortos na cidade onde decorra a campanha.
Segundo a PSP, entre Janeiro e Maio morreram 13 pessoas vítimas de atropelamento, a nível nacional."
Barlavento Online
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