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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Cabeças de Lista PS

 
Cabeças de Lista
Distrito Candidato
Açores Ricardo Rodrigues
Aveiro Helena André
Beja Pita Ameixa
Braga António José Seguro
Bragança Mota Andrade
Castelo Branco José Sócrates
Coimbra Ana Jorge
Évora Carlos Zorrinho
Faro João Soares
Guarda Paulo Campos
Leiria Basílio Horta
Lisboa Ferro Rodrigues
Madeira Jacinto Serrão
Portalegre Pedro Marques
Porto Francisco Assis
Santarém António Serrano
Setúbal Vieira da Silva
Viana do Castelo Fernando Medina
Vila Real Pedro Silva Pereira
Viseu José Junqueiro
Europa Paulo Pisco
Fora da Europa Carolina Almeida


Caros,

Tal como todos as listas dos restantes partidos, apresentadas aqui no Faro é Faro, é uma lista "mais do mesmo". Pouco ou nada a salientar, uns quantos secretários de estado que agora foram incluídos na lista, e mais o vira-casacas do Basílio Horta, que era CDS (extrema direita) e agora passou-se para o PS (esquerda moderada travestida de direita).

Em Faro não há surpresas, mais do mesmo, continuam a impingir o João Soares, que não tem qualquer ligação com a terra... o Algarve sempre esteve mal representado a nível político, e depois queixam-se que aqui não se faz  obra nem se passa nada. Podera... os Algarvios sempre foram muito desunidos politicamente, nem nunca se souberam impor. E onde há desunião... nunca se consegue nada.

Como comentário global... cabe-me dizer... o meu voto... não levam!

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

sábado, 16 de abril de 2011

Cabeças de Lista da CDU



Açores - José Decq Mota
AveiroMiguel Viegas
Beja - João Ramos
Braga   Agostinho Lopes
Bragança - Manuela Cunha
Castelo Branco Vítor Silva
Coimbra Manuel Pires da Rocha
Évora - João Oliveira
Faro - Paulo Sá
Guarda José Pedro Branco
Leiria – Ana Rita Carvalhais
Lisboa - Jerónimo de Sousa
MadeiraEdgar Silva
PortoHonório Novo
PortalegreLuísa Araújo
Santarém – António Filipe
Setúbal - Francisco Lopes
Viana do Castelo - Ilda Figueiredo
Vila Real – Manuel Cunha
Viseu – Manuel Rodrigues
Europa - Maria de Melo Galvão
Fora da Europa - Maria Helena Cunha

Conforme prometi, aqui estou a apresentar a lista dos cabeças de lista da CDU as Eleições Legislativas de 2011. Enfim... conforme se verifica nada de novo, tudo velho, mais do mesmo... 

Uma desilusão de A a Z.

Poderá ver as listas já publicadas do PSD, CDS, BE aqui no Faro é Faro. 
Assim que o PS apresentar a sua lista será aqui igualmente publicada com igual destaque, de modo a garantir a imparcialidade.

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

É preciso ter lata!!! E que lata!


ESTA DECIDIDO, VOU VOTAR EM BRANCO!
FORA COM ESTA CANALHA!!!

Colectânea de Sondagens para as Legislativas



Penso que provavelmente neste acto eleitoral o grande vencedor será a abstenção!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Candidatos BE nas Legislativas 2011


 Aveiro
  • Pedro Filipe Soares
Braga
  • Pedro Soares
Coimbra
  • José Manuel Pureza
Faro
  • Cecília Honório
Leiria
  • Heitor de Sousa
Lisboa
  • Francisco Louçã
  • Ana Drago
  • Luís Fazenda
  • Helena Pinto
  • Rita Calvário
Porto
  • João Semedo
  • Catarina Martins
  • José Soeiro
Santarém
  • José Gusmão
Setúbal
  • Mariana Aiveca
  • Jorge Costa (substitui Fernando Rosas)
  • António Chora
Viana do Castelo
  • Jorge Teixeira
Açores
  • José Cascalho
Madeira
  • Roberto Almada
NOTA DO FARO É FARO

Como estou a fazer com todos os partidos, publicando a lista com os cabeças de lista aos diversos distritos, apresentamos agora a do Bloco de Esquerda.

Também nada de novo... apenas mais do mesmo... como o CDS/PP... 

Uma desilusão! Não haverá sangue novo no parlamento.

Pelo nosso circulo do Algarve, a cabeça de lista é Cecília Honório, que já tinha encabeçado a lista nas eleições anteriores. O que estou a ver é que vamos para eleições mas as pessoas que irão para o poder são as mesmas... Isto já não vai lá com eleições... É preciso acabar com estes chulos profissionais.

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

Candidatos CDS-PP nas Legislativas 2011



Açores
  • Artur Lima
Aveiro
  • Paulo Portas
Beja
  • José Ghira
Braga
  • Telmo Correia
Bragança
  • Nuno Sousa
Castelo Branco
  • Maria Celeste Capel
Coimbra
  • João Serpa Oliva
Évora
  • André Assis
Faro
  • Artur Rego
Guarda
  • Emília Bento
Leiria
  • Assunção Cristas
Lisboa
  • Teresa Caeiro
  • Pedro Mota Soares
  • João Rebelo
  • Isabel Galriça Neto
  • Lino Ramos
  • Adolfo Mesquita Nunes
  • Inês Teotónio Pereira
Madeira
  • José Manuel Rodrigues
Portalegre
  • Paulo Caetano
Porto
  • Ribeiro e Castro
  • João Almeida
  • Cecília Meireles
  • Michael Seufert
  • Vânia Dias da Silva
Santarém
  • Filipe Lobo d´Ávila
Setúbal
  • Nuno Magalhães
  • Mariana Ribeiro Ferreira
Viana do Castelo
  • Abel Baptista
Vila Real
  • Joana Rapazote
Viseu
  • Hélder Amaral
Europa
  • Isaías Afonso
Fora da Europa
  • Augusto Cymbron
NOTA DO FARO É FARO

 Mais uma vez, outra desilusão, no CDS/PP tudo mais ou menos na mesma, o cabeça de lista pelo circulo do Algarve é Artur Rego, um advogado de Lagos, que tinha já sido eleito na legislatura anterior.


Muito fraquinha a lista do CDS/PP.


Cumprimentos cordiais

Luís Passos

Homens da Luta - Fernando


Os homens da luta satirizaram o troca-tintas vira casacas aos zigue-zagues do Fernando Nobre (que de nobre só tem o nome) utilizando a musica homónima dos ABBA, só que com uma nova letra:

Quem diria que irias mudar
Por um lugar
Fernando...

Quem como eu
Te ouvia falar,
Não dá para crer
Fernando...

O tacho é bastante tentador
Sabemos bem,
E agora estás no PPD-PSD
Fernando...

Sabes tanto...

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Consulte aqui todos os cabeças de lista do PSD às eleições legislativas de 5 de Junho.

Os independentes Manuel Meirinho (Guarda), Carlos Abreu Amorim (Viana do castelo) e Francisco José Viegas (Bragança) dão a cara pelo PSD nas listas de candidatos a deputado. Couto dos Santos regressa a Aveiro, Carlos Moedas estará em Beja e Maria Luís Albuquerque em Setúbal. Tal como era previsto Passos Coelho será cabeça de lista em Vila Real, Miguel Relvas em Santarém, Aguiar-Branco no Porto e Fernando Nobre em Lisboa.

Aveiro - Couto dos Santos
Beja - Carlos Moedas
Braga - Miguel Macedo
Bragança - Francisco José Viegas
Castelo Branco - Costa Neves
Coimbra - José Manuel Canavarro
Évora - Pedro Lynce
Faro - Mendes Bota
Guarda - Manuel Meirinho
Leiria - Teresa Morais
Lisboa - Fernando Nobre
Portalegre - Cristovão Crespo
Porto - Aguiar-Branco
Santarém - Miguel Relvas
Setúbal - Maria Luis Albuquerque
Viseu - Almeida Henriques
Viana do Castelo - Carlos Abreu Amorim
Vila Real - Pedro Passos Coelho
Europa - Carlos Gonçalves
Fora da Europa - José Cesário
Açores - Mota Amaral
Madeira - Alberto João jardim

IN: Economico


Nota do Faro é Faro

Aqui no Algarve teremos o Mendes Bota, nada de especial que já não se soubesse.

No resto do pais a desilusão é total... pode-se dizer mesmo... Mais do mesmo...

O meu voto é que não vão ter...

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

Pouca Vergonha: Ricardo Rodrigues cabeça de lista pelos Açores

 
Caros,
 
Quando vi na blogosfera que este senhor era o cabeça de lista pelos Açores nas legislativas de 5 de Junho pelo Partido Socialista até me deu a volta ao estômago.

Um fulano reles, ladrão, punguista, aldrabão, charlatão, incompetente, atrasado mental, corrupto até a medula, um fulano destes é que vai ser o representante do povo dos Açores no Parlamento?

É assim que o PS quer moralizar a Assembleia da Republica e colocar lá os melhores, mais competentes e bem preparados para estarem à altura dos tempos difíceis que atravessamos?

Haja decouro!!!!

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

A campanha eleitoral em que já estamos: os factos

Nos últimos dias, a "campanha" eleitoral tem sido constituida por um rol de "factos" que só servem para distrair os(as) portugueses(as) daquilo que realmente é essencial. E o que é essencial são os factos. E os factos são indesmentíveis. Não há argumentos que resistam aos arrasadores factos que este governos nos lega. E para quem não sabe, e como demonstro no meu novo livro, os factos que realmente interessam são os seguintes:
1) Na última década, Portugal teve o pior crescimento económico dos últimos 90 anos

2) Temos a pior dívida pública (em % do PIB) dos últimos 160 anos. A dívida pública este ano vai rondar os 100% do PIB

3) Esta dívida pública histórica não inclui as dívidas das empresas públicas (mais 25% do PIB nacional)

4) Esta dívida pública sem precedentes não inclui os 60 mil milhões de euros das PPPs (35% do PIB adicionais), que foram utilizadas pelos nosso governantes para fazer obra (auto-estradas, hospitais, etc.) enquanto se adiava o seu pagamento para os próximos governos e as gerações futuras. As escolas também foram construídas a crédito.

5) Temos a pior taxa de desemprego dos últimos 90 anos (desde que há registos). Em 2005, a taxa de desemprego era de 6,6%. Em 2011, a taxa de desemprego chegou aos 11,1% e continua a aumentar. 

6) Temos 620 mil desempregados, dos quais mais de 300 mil estão desempregados há mais de 12 meses

7) Temos a maior dívida externa dos últimos 120 anos. 
8) A nossa dívida externa bruta é quase 8 vezes maior do que as nossas exportações

9) Estamos no top 10 dos países mais endividados do mundo em praticamente todos os indicadores possíveis

10) A nossa dívida externa bruta em 1995 era inferior a 40% do PIB. Hoje é de 240% do PIB

11) A nossa dívida externa líquida em 1995 era de 10% do PIB. Hoje é de quase 110% do PIB

12) As dívidas das famílias são cerca de 100% do PIB e 135% do rendimento disponível

13) As dívidas das empresas são equivalente a 150% do PIB

14) Cerca de 50% de todo endividamento nacional deve-se, directa ou indirectamente, ao nosso Estado

15) Temos a segunda maior vaga de emigração dos últimos 160 anos

16) Temos a segunda maior fuga de cérebros de toda a OCDE

17) Temos a pior taxa de poupança dos últimos 50 anos

18) Nos últimos 10 anos, tivemos défices da balança corrente que rondaram entre os 8% e os 10% do PIB

19) Há 1,6 milhões de casos pendentes nos tribunais civis. Em 1995, havia 63 mil. Portugal é ainda um dos países que mais gasta com os tribunais por habitante na Europa

20) Temos a terceira pior taxa de abandono escolar de toda a OCDE (só melhor do que o México e a Turquia)

21) Temos um Estado desproporcionado para o nosso país, um Estado cujo peso já ultrapassa os 50% do PIB 

22) As entidades e organismos públicos contam-se aos milhares. Há 349 Institutos Públicos, 87 Direcções Regionais, 68 Direcções-Gerais, 25 Estruturas de Missões, 100 Estruturas Atípicas, 10 Entidades Administrativas Independentes, 2 Forças de Segurança, 8 entidades e sub-entidades das Forças Armadas, 3 Entidades Empresariais regionais, 6 Gabinetes, 1 Gabinete do Primeiro Ministro, 16 Gabinetes de Ministros, 38 Gabinetes de Secretários de Estado, 15 Gabinetes dos Secretários Regionais, 2 Gabinetes do Presidente Regional, 2 Gabinetes da Vice-Presidência dos Governos Regionais, 18 Governos Civis, 2 Áreas Metropolitanas, 9 Inspecções Regionais, 16 Inspecções-Gerais, 31 Órgãos Consultivos, 350 Órgãos Independentes (tribunais e afins), 17 Secretarias-Gerais, 17 Serviços de Apoio, 2 Gabinetes dos Representantes da República nas regiões autónomas, e ainda 308 Câmaras Municipais, 4260 Juntas de Freguesias. Há ainda as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, e as Comunidades Inter-Municipais.

22) Nos últimos anos, nada foi feito para cortar neste Estado omnipresente e despesista, embora já se cortaram salários, já se subiram impostos, já se reduziram pensões e já se impuseram vários pacotes de austeridade aos portugueses. O Estado tem ficado imune à austeridade


Isto não é política. São factos. Factos que andámos a negar durante anos até chegarmos a esta lamentável situação. Ora, se tomarmos em linha de conta estes factos, interessa perguntar: como é que foi possível chegar a esta situação? O que é que aconteceu entre 1995 e 2011 para termos passado termos de "bom aluno" da UE a um exemplo que toda a gente quer evitar? O que é que ocorreu entre 1995 e 2011 para termos transformado tanto o nosso país? Quem conduziu o país quase à insolvência? Quem nada fez para contrariar o excessivo endividamento do país? Quem contribuiu de sobremaneira para o mesmo endividamento com obras públicas de rentabilidade muito duvidosa? Quem fomentou o endividamento com um despesismo atroz? Quem tentou (e tenta) encobrir a triste realidade económica do país com manobras de propaganda e com manipulações de factos? As respostas a questas questões são fáceis de dar, ou, pelo menos, deviam ser. Só não vê quem não quer mesmo ver.
A verdade é que estes factos são obviamente arrasadores e indesmentíveis. Factos irrefutáveis. Factos que, por isso, deviam ser repetidos até à exaustão até que todos nós nos consciencializássemos da gravidade da situação actual. Estes é que deviam ser os verdadeiros factos da campanha eleitoral. As distracções dos últimos dias só servem para desviar as atenções daquilo que é realmente importante.
 

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Fernando Nobre ameaça renunciar ao lugar de deputado

Fernando Nobre ameaça renunciar ao mandato de deputado e ao lugar na bancada do PSD, se não tiver a maioria absoluta dos votos dos deputados para ser eleito presidente da Assembleia da República, avança a edição de hoje do “Diário de Notícias”.

Ao DN, Artur Pereira, porta-voz do cabeça de lista social-democrata por Lisboa, disse que se não existir maioria para elegê-lo Nobre saberá tirar «as consequências, tendo em conta as circunstâncias».

O lugar de presidente da Assembleia da República terá sido a razão que levou o candidato independente a aceitar o convite de Passos Coelho para integrar as listas do PSD às legislativas de 5 de Junho, depois de ter garantido, na sua campanha para as últimas presidenciais, que não integraria listas de partidos.

A decisão de Nobre se apresentar como cabeça de lista pelo PSD foi motivo de inúmeras críticas por parte de muitos daqueles que o apoiaram nas eleições presidenciais e que agora o acusam de “traição”. Mesmo entre os sociais-democratas a escolha do fundador da AMI não reúne consenso . 

Quanto a um convite por parte do PS, Vieira da Silva confirmou ao DN ter existido uma conversa com Fernando Nobre, na qual este se mostrou disponível para “apresentar ideias que gostaria de ver reflectidas nos programas dos partidos”, através da criação do Instituto da Cidadania, mas garantiu que não houve “qualquer convite ou sequer sondagem para qualquer cargo político”, por parte dos socialistas.
O líder parlamentar do BE afirmou hoje que nenhum nome indicado pela direita para a presidência da Assembleia da República contará com o apoio dos bloquistas, voltando a criticar duramente a inclusão de Fernando Nobre nas listas do PSD.

In: I online

Só me apetece dizer uma coisa... QUE PALHAÇOTE...

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Cai a mentira, ganha Portugal.


Os verdadeiros socialistas deviam ponderar bem o seu voto nas próximas eleições e aproveitarem para mandarem o pacóvio para a terra assinar projectos de barracas.
Uma certeza podem ter, acabaram-se os tachos porque já acabou o caroço, gastaram-no até aos próximos 40 anos.
Este Primeiro-Ministro não tem competência, não tem carácter, não tem palavra.
É um falso engenheiro pacóvio mentiroso compulsivo Só tem temperamento di capo.
Desgovernou com mentiras sucessivas, a cavalo da propaganda paga com o nosso dinheiro bem com a Imprensa paga que tanto o apoia, como um produto obsoleto do séc. XX.
Atacou, um a um, todos os pilares do Estado de Direito: a independência dos tribunais, a liberdade de imprensa, a separação de poderes, o respeito institucional. Instalou-se no poder espalhando o seu séquito de Varas, Penedos e Ruis Pedros Soares, dos Silvas (Santos e Pereira).
Afundou 40 anos do nosso futuro em parcerias público-privadas com consórcios e empresas onde pululam milhares de amigos e ex-ministros socialistas com vencimentos obscenos.
Passou o mandato de buraco em buraco, sempre a tentar tapar e sempre a tentar esconder, sem estratégia de crescimento ou projecto de país. E deixou-nos na banca rota oculta. Oculta, sim. Porque tudo no país está mais oculto e opaco, porque os números do Governo já não são fiáveis como vai acontecer com a revisão do défice de 2010.
Como se está a descobrir, no que é só o princípio de um buraco que, se descoberto, será maior, e que o Presidente e os partidos pretendem ocultar para evitar males maiores.
Esse altíssimo preço da perda global de credibilidade e soberania - é o que já estamos a pagar e vamos pagar mais ainda. E sai, falso ofendido, com um discurso de vitimização, a acusar os outros da crise que ele próprio criou, urdiu e que nos levou à bancarrota.
Votem em quem quiserem mas nunca votem em Sócrates.
É demasiado mau, sai demasiado caro
Recebi por email, concordo, divulgo. Faz o mesmo.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Falta de Governo complica salvação rápida

A falta de um Governo em funções limita as opções de resgate imediato do país mesmo que as autoridades peçam ajuda externa, algo que têm vindo a evitar mesmo perante as dificuldades de refinanciamento do sector público e financeiro. 

1 - Pedir só ao FMI
Tecnicamente é possível pedir um empréstimo directo ao FMI. Um programa de assistência habitual implica uma condicionalidade estrita e uma taxa de juro ligeiramente menor que a praticada na UE. Implica um Governo capaz que aplique medidas de austeridade, que não existe. Mas o FMI também oferece linhas de crédito de curto e médio prazo, com menos contrapartidas, que só se usam em situações muito específicas provocadas por um factor externo. Algo que se aplica mais ao Japão que a Portugal. Contudo, isto traria problemas políticos de "deslealdade" para com os parceiros europeus com quem se esteve a lutar por "um mecanismo interno que honrasse o compromisso do euro", nota um embaixador europeu. Poderia ser uma bofetada de luva branca para os países conservadores que endureceram as condições de empréstimo na zona euro mas isso "seria totalmente incompreensível", nota um porta-voz da Comissão. Esta opção chegou a ser discutida no caso da Grécia, mas foi abandonada justamente para permitir à UE criar um mecanismo próprio.

2 - Pedir ajuda europeia excepcional ou ‘intercalar'
Esta foi a solução usada para a Grécia. Invocando o artigo 122 do Tratado de Lisboa, um grupo de países europeus garantiu empréstimos bilaterais. Mas o Reino Unido obrigou os 27 a garantir, por escrito, nas conclusões de um Conselho Europeu, que esse artigo jamais se utilizaria para esse fim, visto que a UE criou o FEEF para resgatar países do euro. Esse artigo permitia que caso um país "se encontre em dificuldades ou sob grave ameaça de dificuldades devidas a calamidades naturais ou ocorrências excepcionais que não possa controlar", o conselho pode "sob certas condições, conceder ajuda financeira da União ao Estado-membro em questão". E mesmo que não existisse já uma objecção, quais seriam os Parlamentos que aceitariam dar garantias de empréstimos ou empréstimos a um país sem o compromisso deste com um programa de austeridade? Além disso, as opiniões públicas de países como a Finlândia, Alemanha, Áustria, Holanda e Eslováquia têm vindo a revelar-se cada vez mais alérgicas a estas ajudas, levando os seus governos a apertar a condicionalidade.

3 - Pedir ajuda do FEEF
Seguir a pegadas da Irlanda surge como a opção natural, pois foi esse mecanismo que foi criado para casos países da zona euro em dificuldades financeiras como Portugal. Mas o actual Governo apenas tem margem para fazer o pedido. As contrapartidas de austeridade a aplicar exigem um compromisso interpartidário ou um novo Executivo, o que não se espera antes de fim de Junho, depois do rubicão de endividamento nesse mês. Razão pela qual o Governo tem vindo a procurar soluções junto da Comissão. Mesmo que esse acordo viesse já, o FEEF tardaria cerca de um mês a estar operacional.

4 - Pedir ajudas bilaterais
Parece uma solução de outros tempos. Um país ‘amigo', ou vários, pode criar uma linha de crédito específica a troco de uma espécie de condicionalidade diferida - uma promessa firmada pelo Presidente da República e/ou principais líderes partidários que o compromisso será honrado, um programa de condicionalidade será aplicado e eventualmente integrado num pacote de ajuda europeu assim que um novo Governo entre em funções.

In: Economico

Tal como já aqui havia dito, o facto de o PEC IV ter sido rejeitado foi uma bazucada nos dois pés, e o facto de o presidente da republica não ter constituído um governo de salvação nacional foi outro. O facto de estarmos sem governo até Junho cria uma serie de embaraços e lacunas de poder, decisões urgentes que não podem esperar não estão a ser tomadas porque não há governo em funções.

Um pacote de medidas de austeridade devia neste momento já estar a ser aplicado, mas não... entretanto as empresas de transporte estão todas falidas, ninguém lhes dá credito, não vai haver dinheiro para pagar os salários dos trabalhadores, há pessoas com empréstimos que o dinheiro tem de entrar certinho... como é? O que é o Presidente da Republica pensa disto? Onde está Cavaco numa hora destas?

Esta gente é completamente irresponsável, atirar o pais para eleições num momento destes e a pura da loucura! Bem diz o Ricardo Salgado... os bancos não aguentam mais, não tem onde ir buscar dinheiro para comprar divida ou para injectar no mercado (empresas e cidadãos) e o estado continua como se nada fosse.

Entretanto o banco de Portugal já solicitou aos bancos para reforçarem os capitais próprios, situação que deverá ser resolvida com aumentos de capital na maioria dos casos.

Não quero acreditar, mas se não aparecer dinheiro para os salários o pais vai parar. O sector dos transportes para e consequentemente tudo o resto para também. Ainda há, perante uma situação desta gravidade, gente irresponsável que ainda faz greves porque querem aumentos de ordenado e a não querem os cortes impostos pela crise. Lunáticos!!!!! Não vêem que estão a destruir o pais e a arruinar o restinho da nossa economia?? Não percebem que é preciso todos fazerem sacrifícios?

Nunca pensei que o povo Português fosse tão egoísta! Não perceberam que assim vamos todos ao charco? E depois nem para mim... e nem para ti!

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

terça-feira, 5 de abril de 2011

Chumbaram o PEC e preparam-se para o PREC

Numa nota de imprensa, o Bloco de Esquerda anuncia que convidou a direcção do PCP para uma reunião destinada a debater a “situação política e social”. É um dos primeiros passos para uma eventual aliança entre os dois partidos.
 

O encontro entre as cúpulas do Bloco e do PCP acontecerá na próxima sexta-feira, a partir das 11h00, na Assembleia da República.

Refira-se que a abertura dos bloquistas a uma eventual aliança com os comunistas, que o PÚBLICO avançou na passada semana, está expressa na moção de orientação cujo primeiro subscritor é Francisco Louçã e que será apresentada na Convenção do partido, agendada para o início de Maio.

Apesar de sublinharem que existem “diferenças assinaláveis” entre o BE e o PCP, os bloquistas signatários desta moção defendem que o “objectivo da vitória” exige uma “aproximação de esquerdas com ideias diferentes”. E acrescentam: “Nenhum partido minoritário será capaz por si só de aplicar uma política socialista. Todos os contributos para a unidade são caminhos para a maioria.”

Ontem, Jerónimo de Sousa, secretário-geral dos comunistas, manifestou a disponibilidade de o partido firmar um acordo pós-eleitoral com os bloquistas, pedindo ao BE para “clarificar os seus objectivos”. “Em relação ao BE, é preciso que clarifique os seus objectivos, mas não temos nenhum preconceito em considerar que existam portugueses também preocupados com a situação, dispostos a fazer um esforço para esse Governo patriótico e de esquerda”, afirmou.

A defesa de um projecto unitário à esquerda é também feita pelo movimento Ruptura/FER, cuja moção à Convenção do BE, garante que a aliança PCP/BE “arrastaria mais votos e pessoas do que aqueles somados por BE e PCP”. “Atrairia também sectores do PS, votantes de Fernando Nobre, sindicalistas e as novas gerações abstencionistas. Sem ousar romper este tabu, con­tinuaremos condenados à falsa rotatividade do cen­trão. O BE assumirá a tarefa de convocar o PCP para se debater o núcleo duro de uma Esquerda Grande, que possa dar corpo a um Governo das Esquerdas”, pode ler-se no documento.
 

Inicialmente estes dois partidos não se podiam ver um ao outro, mas depois de verem o que se está a passar a direita, chegaram a conclusão que tinham mais vantagens em convergir que divergir.

Esperemos que do entendimento surjam propostas alternativas ao caminho que nos querem fazer percorrer. Terão que ser concretas, credíveis e perceptíveis para os cidadãos. Se se ficarem pelas habituais não vão ter sorte nenhuma.
 
O pais precisa de rigor, não é com aumento de despesismo, de aumento do estado, e até de um certo proteccionismo bacoco que vamos sair da crise onde estamos metidos.
Vai ser necessário privatizar sectores da economia, despedir funcionários públicos, eliminar serviços supérfluos, acabar com as clientelas, reestruturar empresas publicas como a CP, TAP, RTP, entre muitas outras; renegociar as parcerias publico-privadas, rever pactos sociais, acabar com algum excesso de garantismo... enfim... vai ser um trabalho muito duro.

Será que estes partidos estão há altura disso?
Se me apresentarem propostas muito concretas e assertivas pode ser que levem o meu voto, caso contrário não levam nada!

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Um País de eleição

Portugal está de novo em eleições. São mais dois meses de propaganda política e de contorcionismo. Mas não só: de agressão. Chegaremos ao Verão a lamber as feridas.

O pedido de ajuda ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira, uma construção da União Europeia com o FMI (que foi incluído por pressão da Alemanha aquando do resgate improvisado à Grécia), passou a estar no centro do debate. Esperemos que esse estigma passe rapidamente. De outra forma, arriscamo-nos a fazer das eleições um plebiscito sobre quem foi o culpado desta crise política em vez de decidir quem nos vai gerir na crise de financiamento - e tirar deste estado medieval de crise económica permanente.

O calendário das nossas dificuldades tem muito meses pela frente. Não é apenas a aflição deste momento. Como mostra a manchete de hoje do Negócios, a catadupa recente de empréstimos de curto prazo, feita a quaisquer condições, está a substituir empréstimos de longo prazo, o que cria um pressão financeira constante: o primeiro semestre de 2012 será seguramente infernal para o Instituto de Gestão de Tesouraria e do Crédito Público.

O próximo Governo, seja ele qual for, terá trabalhos hercúleos que deveriam estar no centro desta campanha eleitoral. Não basta não vender sonhos aos portugueses, como pediu, e pediu bem, o Presidente da República. É preciso explicar como se resolvem os pesadelos: a falta de financiamento deste momento; a austeridade que isso vai implicar, e que há-de resultar noutro PEC e provavelmente num Orçamento do Estado rectificativo; que política económica será necessária e que política social será possível; que entendimentos políticos internos são necessários, que sujeição política externa isso implicará.

Se tudo correr bem, o próximo Governo e as suas muletas externas debulharão o terreno para, no final do mandato, o País estar preparado para voltar a andar pelo próprio pé. Serão vários anos até lá (três a cinco, prevê Vítor Bento), durante os quais estaremos sobretudo a pagar dívidas e a baixar nível de vida. E deveria ser nisto que a próxima campanha eleitoral (que não oficialmente já começou) deveria estar centrada. Não sobre a interpretação do passado, mas sobre as possibilidades de futuro.

Este fim-de-semana serviu para confirmar que a campanha não vai ser nada disto, vai ser uma guerra sem quartel. O PS, desabrido, faz de oposição à oposição usando a ideologia para fugir à derrota; o PSD, triunfalista, aponta os erros do Governo e tenta provar que tem estofo para merecer a vitória. E o Presidente da República, mesmo que não o queira, vai estar no centro de debates. E de ataques.

As últimas eleições legislativas foram suficientemente recentes para nos lembrarmos do logro. Venderam-nos a imagem de um País em versão plastificada, deram-se aumentos salariais e distribuíram-se subsídios sem pudor. Hoje isso não é tolerável. Mas tem de sobrar mais do que o ataque e a destruição dos adversários políticos.

Os partidos são máquinas feitas para ganhar eleições, a governação vem depois. E os políticos concordam com Álvaro de Campos, quando ele escreve na "Tabacaria" que "o mundo é para quem nasce para o conquistar!/ E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão." Destas eleições, o que Portugal precisa de ganhar é razão.

Pedro Santos Guerreiro



NOTA DO FARO É FARO
Eu diria mais, o que Portugal precisa ganhar é juizo, por os pés no chão, deixar-se de coisinhas e enfrentar o touro pelos cornos.

Fazer o conjunto de reformas que é preciso fazer, cortar na despesa e arregaçar as mangas, motivar o pais e pô-lo a trabalhar. Isso sim... o resto são balelas.

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

Entrevista a Sócrates inaugura direcção de Informação de Nuno Santos na RTP

Uma entrevista ao primeiro-ministro, José Sócrates, na próxima segunda-feira, vai inaugurar o mandato de Nuno Santos à frente da direcção de Informação da RTP.
 
Esta entrevista será conduzida por Vítor Gonçalves, o novo director adjunto de informação diária, e por Sandra Sousa e marca o início de uma série de entrevistas políticas previstas para o período que antecede as eleições antecipadas, com todos os líderes partidários.

Toda a prioridade para a informação na RTP foi hoje anunciada, em conferência de imprensa por Nuno Santos que apresentou a equipa que com ele trabalhará na direcção.

Além de Vítor Gonçalves, três membros transitam da anterior direcção: José Manuel Portugal, Luis Costa e Miguel Barroso. A direcção integrará ainda dois novos elementos, Luis Castro e Rosário Domingos. Manuel da Costa será o responsável pela Produção.

Sobre a mudança que está a gerar contestação a norte, a integração da RTP N na direcção de informação, em Lisboa, Nuno Santos revelou que se vai encontrar ainda hoje com o responsável do canal do Porto, José Alberto Lemos, para lhe transmitir a sua perspectiva sobre "o que deve ser a RTP N", reservando mais informações sobre o assunto para depois mas garantindo, desde já que serão feitas "muitas horas de emissão do Porto".

Em véspera de eleições, Nuno Santos anunciou ainda a realização de um programa de entrevistas de 25 minutos, a dez individualidades, conduzidas por Fátima Campos Ferreira. Mário Soares será o primeiro convidado. Entre os outros destacam-se o cardeal patriarca D. José Policarpo, Belmiro Azevedo, Ramalho Eanes, Ricardo Salgado, Jorge Sampaio e Carvalho da Silva.

Sob o lema de "Portugal e o Futuro" será ainda realizado um programa no Convento do Beato, em Lisboa, no qual se pretende "tomar o pulso ao país". Fátima Campos Ferreira e Adelino Faria vão ouvir banqueiros, economistas e políticos acerca do rumo que deverá ser dado ao país.
Repórteres em directo de vários pontos de Portugal farão o retrato da sociedade e correspondentes darão o contributo para o debate em diversos países, num olhar "de fora para dentro".
O novo director de informação disse ainda que tenciona "voltar à antena", mas não de forma regular.

 
 Bem, lá vamos ver o nosso PM a vitimizar-se e dizer que não o deixaram governar, (o que até certo ponto não deixa de ser verdade, o chumbo do PEC IV foi uma bazucada nos dois pés para o país) mas, importante será ouvi-lo dizer quais as soluções e projectos que tem para nos tirar do pântano caso ganhe novamente as eleições.

Ou muito me engano, ou Socrates não quer ganhar as eleições,  e deixar a batata quente para Passos Coelho, ou este debate vai ser um total vazio em termos de ideias e projectos, sendo apenas uma sessão de choradinho do tipo.... "ai mãeee... aquele moço bateuuu-meeeee!".

Vamos la ver então o que vai sair dali.

Cumprimentos cordiais

Luís Passos