Nos dias 14 e 15 de Maio todos os caminhos do BTT vão dar ao Estádio Algarve!
Já estão abertas as inscrições. A solo ou entre amigos será uma oportunidade única de passar dois dias desfrutando das fantásticas infra-estruturas do Estádio Algarve, do bom clima do Algarve e de um circuito muito divertido que se caracteriza pelos single tracks, túneis, e subida em espiral ás bancadas do estádio, o que garantidamente será um momento único!
A organização preparou ainda, para participantes, acompanhantes e população local, um programa cheio de animação com dj’s, concertos, aulas de spining, escolinha BTT para os mais novos, comes e bebes, e muita animação!
A digressão do espetáculo ao vivo do «Carteiro Paulo», baseado numa série infantil, estará este sábado no Algarve, para uma sessão no Teatro das Figuras, em Faro, marcada para as 15:00 horas.
Desde a estreia que o Carteiro Paulo e os seus amigos de Vale Verde tem animado os seus fãs com um espectáculo muito divertido. A sua interactividade assegurou “uma audiência feliz e participativa”.
Pela primeira vez em palco, o Carteiro Paulo e o seu carismático Gato Quico estão a encantar o país, numa produção que se baseia na série televisiva em antena no Canal Panda e na RTP2, pensada para um público pré-escolar.
Faro vai acolher o «Roller Challenge AAUALG 2011» que transformará a Avenida 5 de Outubro «num palco de convívio e experiências de diversão», dia 1 de maio, às 14h00.
Será a segunda edição deste evento, promovido pela Associação Académica da Universidade do Algarve (AAUAlg), no qual toda a comunidade académica e a população podem participar.
Esta iniciativa «procura estimular a criatividade e valorizar o espírito urbano e cosmopolita da Cidade de Faro», diz a AAUAlg em nota de imprensa.
«Velocidade, criatividade e diversão são as palavras de ordem para este evento, aberto a todos», acrescenta.
Mais informações através do e-mail desporto@aaualg.pt, ou do número 289 818 606.
A malta do meu curso, Engenharia Electrica e Electrónica ganhou o ano passado! Vamos ver quem ganhará este ano!
Um homem foi esta quarta-feira agredido com golpes de arma branca na zona dorsal, na Baixa de Faro (Algarve), alegadamente por crime passional, e foi transportado para o hospital para receber tratamento.
Fonte hospitalar adiantou à Lusa que o homem agredido, de 38 anos de idade, apresentava "duas facadas na zona dorsal", mas está "consciente", "orientado" e a "situação clínica é estável". Vai, todavia, ficar internado.
Em declarações à Lusa, o comissário da PSP, Jorge Carneiro, explicou que a causa que levou o agressor a esfaquear estará relacionada com ciúmes da namorada que estaria a ter um relacionamento com o homem agredido e "decidiu fazer justiça pelas próprias mãos" com uma "pequena navalha".
O esfaqueamento ocorreu pelas 09h00 de hoje, no jardim da Alagoa, na Baixa de Faro. Quando os agentes da PSP chegaram ao local, chamaram os bombeiros para transportar o homem agredido para o Hospital Central de Faro. O agressor tentou fugir, mas foi detido por populares até à chegada da polícia.
Segundo fonte da PSP, a arma do crime foi localizada num caixote do lixo nas imediações do jardim da Alagoa. O detido vai ser hoje presente ao Tribunal de Faro.
O presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal, João Machado, afirmou, quarta-feira, que o sector agrícola pode dar "um grande contributo ao país" substituindo as importações e considerou fundamental a manutenção dos fundos comunitários e do investimento nacional.
"Temos 3500 milhões de euros em importações anuais, que podem ser substituídas por produção nacional; é isso que queremos que a 'troika' perceba", disse o presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), João Machado, à saída da reunião com os peritos do Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia.
O presidente da CAP frisou que o sector agrícola "pode dar um grande contributo" ao país e "prevenir o abastecimento nacional", lembrando que Portugal "ainda importa 30% do que consome" e que "parte pode ser produzido no país se os fundos forem mantidos" e o país continuar a investir.
João Machado frisou que os fundos comunitários da política agrícola comum "são fundamentais", assim como "o são os fundos nacionais".
"Pedimos que seja mantido o investimento nacional para podermos aceder aos fundos comunitários e também uma melhor gestão do governo e do ministério da agricultura para os agricultores receberem a tempo e horas as comparticipações a que têm direito", reforçou.
Na reunião com a 'troika' foi abordado o mercado de trabalho, que a CAP defendeu ser "muito diferente" do dos outros sectores, apesar de admitir precisar de legislação particular e flexibilidade, mas o salário mínimo foi considerado "uma questão menor". Já o subsídio de desemprego e os cortes salariais ficaram de fora.
Sobre a reacção da troika às preocupações e sugestões da CAP, João Machado afirmou que os especialistas "quiseram sobretudo ouvir".
Neste momento, a 'troika' está reunida com o presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), António Saraiva.
A 'troika' iniciou na segunda-feira as negociações com os responsáveis portugueses para delinear um plano de ajuda financeira a Portugal, após o pedido feito pelo primeiro-ministro demissionário, José Sócrates, a 6 de Abril.
A equipa liderada por Jürgen Kröger (CE), Rasmus Rüffer (BCE) e Poul Thomsen (FMI) está a realizar encontros com várias entidades, de modo a estabelecer os compromissos que Portugal terá de assumir para, em troca, receber a ajuda financeira. Quando houver acordo, será redigido um memorando de entendimento, que será enviado para Bruxelas e terá de ser aprovado pelo Ecofin, que reúne os ministros das Finanças da União Europeia.
Já em alguns posts que venho dizendo precisamente isto, temos de produzir produtos agrícolas nacionais para diminuirmos o deficit externo.
Os hipermercados com as marcas brancas arrasam tudo o que é produto nacional. Preferem importar do estrangeiro porque é mais barato. Além disso os hipermercados sobem os preços dos produtos nacionais de propósito para obterem grandes lucros e poderem passar a ideia que as marcas brancas são mais baratas.
É preciso acabar com este terrorismo económico, potenciar a produção e venda locais. Criar oportunidades para que tal aconteça, como por exemplo criar espaços onde os agricultores de moto próprio possam vender os seus produtos, como mercados e feiras locais.
Aqui na região de Faro, temos uma campina excelente, que poderia produzir produtos suficientes para alimentar uma cidade com Faro, só que os terrenos estão todos ao abandono. Já pensaram no potencial económico que representa toda essa área a produzir em pleno? Quantas toneladas de produtos poderiam ser transaccionados a nível local e quanto é que isso representava?Aqui poderia estar uma saída para gerar emprego a nível local, criar uma nova economia local.
Só que parece que os Portugueses já não querem dobrar a espinha... querem a papinha toda feita! É pena!
Mais de 100 mil pessoas no Algarve não têm médico de família e, para colmatar essa carência, a região precisa de pelo menos de mais 20 médicos, disse hoje à Lusa o presidente da ARS/Algarve.
“O Algarve tem neste momento tem cerca de 120 mil pessoas sem médico de família atribuído”, informou o presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) algarvia, referindo, todavia, que os 13 médicos colombianos que começam esta semana a trabalhar na região vão melhorar “significativamente o número de utentes sem médico de família”.
Quarenta e dois médicos colombianos começam esta semana a trabalhar em centros de saúde do Algarve, Lisboa e Vale do Tejo, disse hoje à lusa fonte do Ministério da Saúde.
Os 13 que ficam no Algarve vão ser distribuídos por Lagos (5), Portimão (3), Loulé (2), Albufeira (2) e Silves (1).
O presidente da ARS/Algarve, Rui Lourenço, referiu que para além dos 13 médicos colombianos que o Algarve vai receber esta semana e dos 17 médicos estrangeiros que já estão a trabalhar na região, são ainda necessários “pelo menos mais 20 médicos”.
No Algarve existem médicos estrangeiros desde há muito tempo, sobretudo de nacionalidade espanhola, que fizeram o seu internato geral em Portugal e que estão a trabalhar principalmente no agrupamento dos centros de saúde do sotavento algarvio, mas há também médicos de nacionalidade cubana e, agora, colombiana.
A Ordem dos Médicos obriga todos os médicos de nacionalidade estrangeira a fazer uma “prova de comunicação de língua portuguesa” e o idioma castelhano não é um entrave para a comunicação entre paciente e médico, defende Rui Lourenço.
“Há muitos anos que existem médicos de nacionalidade espanhola em Portugal. Grande parte deles fizeram a especialidade entre nós e são hoje pessoas perfeitamente adaptadas à nacionalidade portuguesa”, acrescentou.
Os 42 profissionais colombianos começarão a sua atividade de imediato e com um objetivo: Facilitar o acesso de portugueses que não têm médico de família a cuidados de saúde nos centros de saúde, disse Manuel Pizarro, secretário de Estado Adjunto e da Saúde.
O contrato com os clínicos tem a duração de três anos.
Além do aqui referido, a minha mãe quando quer ir ao médico de família tem de se levantar as 5 da madrugada para ir para a porta do Centro de Saúde, na Rua Brites de Almeida, porque se não for a essa hora já não tem consulta. As vagas são poucas e para marcar uma consulta só com 2 a 3 meses de antecipação. Como é que a pessoa vai saber se vai adoecer daqui a 2 meses?
Acho que vou comprar um baralho de cartas da Maya!
A pista de atletismo de Lagos acolhe a primeira jornada do Torneio Regional Atleta do Ano e Campeonato Regional de Provas Combinadas, dia 22 de Abril. A competição continua em Faro, com a segunda jornada, dia 23 de Abril, das 14h30, às 18h30.
O Torneio e o Campeonato Regional de Provas Combinadas destina-se a atletas federados dos escalões de infantil, iniciado e juvenil.
Haverá classificação individual, medalhando os três primeiros classificados, e colectiva, em femininos e masculinos, através das pontuações obtidas pelos atletas de cada clube.
As inscrições deverão dar entrada na Associação de Atletismo do Algarve até dia 20 de Abril.
O Município de Faro já pode ir à banca negociar um empréstimo de 48 milhões de euros, após a aprovação do Plano de Reequilíbrio Financeiro pela Secretaria de Estado do Orçamento.
Macário Correia, presidente do Município de Faro, confirmou ao Observatório do Algarve que recebeu autorização do Secretário de Estado do Orçamento para iniciar as negociações com a banca, para contrair um empréstimo de 48 milhões de euros, previsto no Plano de Reequilíbrio Financeiro da autarquia.
O autarca recusou-se a tecer mais comentários justificando que “agora há muito trabalho a fazer”. Quando questionado sobre quando irá iniciar os contactos com instituições bancárias, Macário Correia afirmou: “comecei ontem”.
Recorde-se que em novembro de 2010, a Assembleia Municipal de Faro aprovou um plano de reequilíbrio financeiro, onde se inclui um empréstimo de 48 milhões de euros, com seis votos contra - três da CDU, um do PS, um do BE e outro da associação Cidadãos com Faro no Coração -, e a abstenção da maioria dos deputados da bancada socialista.
Contactado pelo Observatório do Algarve para comentar a aprovação do Plano por parte da Secretaria de Estado do Orçamento, o vereador da oposição João Marques (PS), remeteu as declarações para a próxima segunda feira “após analisar o documento”.
Como já aqui tinha comentado em posts anteriores, este plano é uma burrice de A a Z, vai colocar um garrote financeiro no Municipio que nem daqui 20 ou 30 anos sairemos dele, e o pior, é que é desnecessário. Não são necessários 48 milhões, bastariam 30 milhões, para o passivo de curto prazo e mais umas rubricas. O eng. Macário quer e fazer obra para mostrar perto das eleições de daqui a 2 anos e meio, como sabe que não poderá pedir mais nada emprestado, já está a por de parte algum para essa altura... Só que faz isso endividando todos os farenses até ao tutano.
Além disso, o relatório está cheio de gaffes, erros de analise e erros de matemática contabilistica. E digo com conhecimento de causa, estava na assembleia Municipal quando ele foi apresentado, e quando vi a apresentação, nem queria acreditar no que estava ouvindo... uma verdadeira loucura.
O PS, que assembleia criticou o plano, de forma correcta, com rigor técnico, atacando precisamente os pontos deficientes... mas depois de tanta palestra... abstem-se e viabiliza. POUCA VERGONHA!!!! Então se demonstraram que ia colocar um garrote nos Farenses, mostrou-se que o plano era pessimo, até se chegou a propor algumas alternativas e depois no fim abstêm-se? PORRA PAH! Tinham era que votar contra!!!
Ou será que tem o rabo preso nalgum lado? hein????
Faro aguarda investimentos na área marítima em prol de nova dinâmica económica.
Tanto o IPTM como a Câmara Municipal de Faro mostram satisfação no surgimento de propostas de investimento privado que promoverão uma nova dinâmica económica para a cidade e um novo posicionamento e relacionamento da capital algarvia com o mar.
Em causa estão dois projetos cujo valor de investimento somado deverá rondar os 70 milhões de euros
O Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) é responsável por duas áreas marítimas da cidade de Faro que são apontadas como estratégicas para o desenvolvimento da cidade e cujos impactos podem extravasar as fronteiras concelhias e até regionais. Em causa está a zona do Porto Comercial e áreas adjacentes e a zona das Docas junto ao Hotel Eva, alguns terrenos contíguos ao longo da linha férrea e a zona exterior do Hotel Eva.
De acordo com as contas feitas pelo IPTM, o investimento total previsto é de 70 milhões de euros e que após conclusão e início de funcionamento irão resultar em receitas para o IPTM na ordem dos 250 mil euros anuais a que acresce uma variável que resulta do volume de negócios que em termos médios poderá atingir uma valor idêntico ao fixo. “Podemos estimar em 500 mil euros anuais” de receitas, explica diretor delegado do IPTM, Brandão Pires. Verbas que permitirão reforçar o orçamento do IPTM e dar origem a novos investimentos na área náutica que está a receber um interesse crescente de investidores de Barlavento a Sotavento.
Em declarações ao JA, o edil farense, Macário Correia admite que os projetos são interessantes e poderão criar muitos empregos e ter “efeitos colaterais que suscitarão muitas outras atividades complementares”. “O seu arranque é desejado por Faro há muito tempo porque é uma cidade manifestamente metida no mar e bem mas que tem falta que algumas coisas aconteçam porque isto tem um efeito cascata. Umas coisas geram outras”, acrescenta.
“É urgente para que Faro tenha um ritmo de desenvolvimento compatível com o seu estatuto”, concluiu o autarca que contudo frisa: “Estamos ainda na fase de intenções, ainda há um longo caminho até à aprovação final e até ao arranque das obras”.
Não obstante, admite-se satisfeito por ver que mesmo em período de crise estão a surgir investidores privados interessados e garante que a autarquia vai empenhar para que as questões burocráticas possam ser resolvidas dentro dos melhores prazos.
Projeto para zona do Porto Comercial
Para a zona do Porto Comercial surgiu um anteprojeto que está agora a ser divulgado através de edital e que prevê a construção de um Centro de Apoio e Formação a mega iates. Brandão Pires diz que o que está previsto é uma compatibilização da “atividade do Cais Comercial – que é para manter e se possível para aumentar – com um Centro de Apoio e Formação a Mega Iates. É um segmento que ao contrário da economia em geral está em crescimento. Há procura e existe uma grande falta quase desde Inglaterra e mesmo na Espanha há alguma falta de apoio para essas embarcações”.
Esse apoio será fornecido em duas vertentes, ou seja, com a manutenção das embarcações e com a formação de tripulações, uma área onde o projecto agora apresentado aponta para uma relação próxima com a Universidade do Algarve, com a Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve e com uma instituição inglesa de referência nesta área.
Brandão Pires explica ainda que o projeto está agora a ser objeto de análise de possíveis concorrentes. Se surgirem novas propostas que sejam igualmente interessantes em termos de projeto e contrapartidas para o Estado, será aberto um concurso público. Se não surgirem novas propostas, o projeto apresentado pela empresa PrimeYates, de Carlos Sousa também conhecido pelas (…)
A ideia de um sistema subterrâneo de recolha de lixo em Barcelona é de 1992, quando a cidade recebeu os Jogos Olímpicos. Desde então, o projecto tem sido implantado sistematicamente e 70% da área metropolitana já possui bocas de lixo conectadas directamente aos centros de triagem. Plástico, latas e papel são reciclados e o lixo orgânico é transformado em energia. Em cinco anos, a capital da Catalunha eliminará definitivamente os camiões do lixo.
Uma solução bem interessante para uma cidade como Faro. Agora não que não há dinheiro, mas é uma solução a implementar no futuro.
POLIS- PSD Faro recusa Moção que manifesta o seu repúdio e contesta a Proposta de Plano de Pormenor da Praia de Faro elaborado pela Sociedade Polis.
No passado sábado, dia 02 de Abril de 2011, o PSD/Faro reunido em Assembleia de Militantes, recusou uma Moção (que a seguir se transcreve) apresentada pelos militantes, José Limão e Valter Alfaiate, em que era proposto que o PSD/Faro manifestasse público repúdio pela Proposta de Plano de Pormenor da Praia de Faro.
De salientar, que todos os dirigentes do PSD/Faro presentes na referida Assembleia de Militantes, incluindo o seu Presidente, David Santos votaram contra a referida proposta.
Desta forma, o PSD/Faro, fazendo tábua rasa de anteriores tomadas de posição públicas e dando o dito por não dito, vem desta forma mostrar que não tem quaisquer ideias a apresentar às populações afectadas e, mais do que isso, coloca-se ao lado de todos aqueles que pretendem, de forma cega e utilizando critérios mais do que discutíveis, “correr” com todos aqueles, que ao longo das últimas décadas retiraram o seu sustento e o das suas famílias daquela zona do Concelho de Faro.
MOÇÃO
Tendo em consideração que:
1- O PSD/Faro sempre se bateu pela requalificação das Ilhas Barreira, ao invés da renaturalização, e pela realização de um levantamento exaustivo das habitações existentes, preservando sempre as primeiras habitações, e, a existirem demolições, que as mesmas ocorram apenas em casos de necessária salvaguarda das dunas, e em casos que coloquem em risco a segurança dos próprios habitantes, salvaguardado o direito a realojamento;
2- O Polis traz algumas mais valias para o Concelho de Faro e para as suas populações, nomeadamente no que diz respeito à requalificação e reabilitação da Zona Ribeirinha de Faro;
3- A actual Proposta de Plano de Pormenor da Praia de Faro não serve os interesses das populações e, muito menos contribui, para o desenvolvimento de Faro e para o reforço da sua capitalidade;
A Assembleia de Secção Faro do PSD, reunida em plenário no dia 02 de Abril de 2011, vem manifestar o seu mais profundo repúdio por, mais uma vez, o poder centralista do “Terreiro do Paço”, vir cegamente, implementar um plano cego, de operacionalidade mais que duvidosa e afirmar que o PSD/Faro fará, como sempre, a defesa intransigente das habitações dos mariscadores, viveiristas e pescadores e dos direitos dos comerciantes e empresários, bem como dos moradores em casa de primeira habitação, lutando por todos os meios, contra a implementação da actual Proposta de Plano de Pormenor da Praia de Faro.
Encontrei estes vídeos no Youtube, penso serem de Luís Rosa (???). Após ve-los contactei que os problemas de Faro ao fim de 40 anos continuam os mesmos:
- Ruas em maus estado (sobretudo os cominhos municipais);
- Falta recintos para prática de desportos (temos um pavilhão que custou 2 milhões de euros e que está por concluir e ao abandono);
- Faltam locais de diversão (para quando o passeio ribeirinho com os locais de diversão nocturna nessa zona a fim de libertar os moradores da baixa do suplicio que vivem hoje?);
- A Universidade já existe, mas que não tem oferta de prestigio e qualidade, fazendo com que ainda se vá estudar para Lisboa (nas áreas das engenharias a oferta aqui é muito fraca, e os cursos não têm prestigio e aceitação no mercado de trabalho fora do Algarve, eu próprio que me formei nesta universidade já perdi oportunidades de trabalho pelo facto de ter tirado o curso aqui, por simples preconceito, não por falta de competência técnica. Isto deve-se ao facto da Universidade estar de costas viradas para a sociedade civil, não participar em programas de investigação como fazem o IST ou FEUP e muitos outros. Além disso alguns professores já deviam era estar na reforma e dar o lugar a sangue novo. Os cursos são teóricos, não existem bons laboratórios e a Universidade está de costas voltadas para a sociedade civil. Em certa parte porque os professores querem receber o seu salário ao fim do mês e não se querem chatear muito).
- Mau ordenamento da cidade e desrespeito pela arquitectura tradicional, optando-se pela arquitectura "mamarracho", sendo este estilo sinonimo de progresso e avanço... nada mais errado... a cidade está descaracterizada... qualquer turista que nos visita que procure o Very Typical... não encontra nada... apenas betão... igual a qualquer outra cidade.
Se analisarem a parte II do video, vão encontrar em 0:30 a imagem de uma automotora ALLAN igual à da foto seguinte a passar por cima da ponte da doca a rebocar outra unidade igual pintada de verde (verde era a antiga cor da CP)
No segundo 0:37 ve-se um autocarro urbano. Nesta altura os transportes urbanos de Faro eram denominados TUCF, e os seus autocarros eram pintados de Laranja (o mesmo tom do laranja da CARRIS de Lisboa). Eram autocarros mais pequenos que faziam as linhas Atalaia-Jardim-Montenegro-Praia de Faro, Jadim-Patacão-Mar e Guerra, bem como outros percursos que entretanto desapareceram.
Se alguém tiver informação sobre estes percursos antigos gostaria que comentasse, pois é um assunto que me interessa. A propósito do autocarro, pelo aspecto parece-me que é um SAVIEM, ou então OM de fabrico italiano. Também já me ocorreu que poderia ser um Leyland igual a um que tinha a direcção geral da agricultura, mas uma carroçaria mais antiga. Se alguém tiver informações sobre estes autocarros agradeço que comente o post.
Penso que deveria ser constituída de novo a TUCF, com capitais mistos, privados e municipais, de modo a ser auto-suficiente, gerando receitas próprias explorando as linhas urbanas de Faro. Estamos em crise, abaixo a subsidiodependência. O Município paga à EVA um balúrdio pelo serviço de Mini-bus. Acabe-se com a parasitagem. O serviço deve ser auto suficiente, gerar receitas próprias. Se não gerar receitas próprias acabe-se com o serviço. Em alguns casos há dupla concorrencia, em que existem carreiras urbanas da EVA e Mini-bus simultaneamente, como é o caso do Patacão. Puro desperdício.
No 1:36 podemos ver o magnifico edificio do BNU, na Rua de Santo António, que foi demolido para dar origem a um mamarracho, que agora depois das obras ainda ficou mais horrível. Quer pela ausencia de estilo e desenquadramento arquitectónico, quer pela cor exterior. Uma cagada em 3 actos.
Deixou de se ver o artesanato típico do Algarve a venda, as empreitas, os latões, as cerâmicas... agora todas as lembranças que se vê nas lojas são MADE IN CHINA. E depois queixam-se do desemprego... podera...
No minuto 2:05 se vê o mercado de Faro, digam o que disserem, o mercado antigo era muitíssimo mais interessante que o mercado de hoje. Era eu miudo, com 5 ou 6 anos e ia ao mercado com a minha mãe. O mercado estava cheio, havia de tudo, desde os artigos de plastico (baldes, caixas, regadores, etc) legumes e vegetais, talhos (havia imensos) e peixe. Agora talhos, há poucos, 2 ou 3 penso eu, as bancadas estão reduzidas a menos de metade. O espaço é atravancado vejam as fotografias actuais:
Agora reparem na praça antiga nesta foto:
O local era wide-open space, sem compartimentação, os aromas da fruta, dos vegetais e até do peixe misturavam-se criando uma atmosfera única.Apesar do edifício não ser muito grande, lá dentro devido ao seu elevado pé direito fazia-se sentir maior do que era na realidade. No novo edificio é precisamente o contrário. Apesar de ser maior que o antigo, faz-nos sentir mais atravancados e claustrofóbicos. A circulação de ar também não é a melhor.
A partir do minuto 2:30 podemos ver algumas das industrias que tínhamos, citrinos, cimento (que ainda temos) e o Carmo e Brás (que já se foi), bem como uma espingardaria que não sei se ainda existe (muito provavelmente não). É óbvio que o que aconteceu em Faro aconteceu também no resto do pais. O pais tercearizou-se e achou-se que podia-se viver de serviços, importando tudo o resto. Nada mais estúpido.
É um dó de alma ver actualmente os terrenos da campina ao abandono. Ninguém produz nada, compra-se os produtos espanhóis e franceses de muito pior qualidade, o mesmo se passando com o peixe.
É preciso criar sectores produtivos, esses sim vão reduzir o nosso deficit externo, criar riqueza, temos de consumir produtos portugueses, reduzir as importações e aumentar a economia nacional. Temos de ser nacionalistas, só com uma forte onda de patriotismo e solidariedade nacional vamos conseguir sair do buraco em que estamos metidos.
No minuto 5:45 o avião que vemos aterrar é um Sud-Aviation Caravelle 6R, a TAP tinha 3 aviões deste tipo, baptizados com os nomes GOA (CS-TCA); DAMÃO (CS-TCB) e DIU (CS-TCC).
No minuto 6:42 temos um Bristol Britannia com os seus 4 motores turbo-hélice Rolls Royce Proteus da companhia BUA - British United Airways, que operava charters para o Algarve no inicio dos anos 70.
Espero sinceramente que neste momento de crise profunda que o nosso pais vive, se olhe para o que fomos no passado, sobretudo nos anos 70, quando estávamos no nosso auge, com taxas de crescimento de 5 a 6% ao ano, com superavits orçamentais e vejam e percebam que condições é que estavam criadas para que esse fenómeno acontecesse, e agora saibam replicar essas condições... que são:
- Criação de bens para exportação;
- Produção própria de alimentos;
- Serviços de alta qualidade (turismo, banca, negócios);
- Apoio a industria e ao fomento da agricultura.
Assim pode ser que consigamos sair da crise, voltar a atingir o pleno emprego e pagar-mos as nossas dividas, caso contrário... algo de muito mal vai correr!
E não nos deixemos cair em contos de fadas, porque na Grécia, eles já viram no que se meteram e já chegaram a conclusão que mesmo com o FMI não vão conseguir pagar as dividas e já estão a pedir a restruturação da divida. Portugal se não se põe a pau vai pelo mesmo caminho, e depois serão décadas e décadas perdidas e gerações escravas a pagar o desvario dos avós e bisavós.
Aqui vos deixo este vídeo, penso que o upload para o Youtube é de Luís Rosa, já em 1992 se falava no caos e no betonamento da cidade de Faro, que ia num caminho errado; deveria apostar no tradicional e dirigir-se para os mercados de turismo cultural e patrimonial. Penso que só agora é que se está a chegar a essa conclusão.
O turismo de Sol e Praia já foi chão que deu uvas, é preciso apostar noutros mercados, como o do eco-turismo, turismo rural e patrimonial.
De qualquer modo, deixo-vos também este video porque nele estão imagens de praças e largos em Faro que já não estão como estavam... como o quiosque no largo da palmeira, entre outros.
Sessão c/ Profª Ângela Gallus (Leitora de Italiano da UAlg):
A música Italiana como espelho da História (inscrição prévia para emissão de certificado de participação - sessão, nome e contacto para info@arcmusicos.org)
Por ocasião das celebrações dos 150 anos da Unificação de Itália (1861-2011), apresentamos uma viagem musical que percorre algumas das etapas mais significativas da História de Itália. Nesta sessão poderemos conhecer algumas das mudanças sócio-políticas e culturais através da análise das letras de algumas das canções mais representativas da história do Bel Paese. Da Unificação até aos nossos dias, do hino nacional Fratelli d’Italia até aos últimos rap de protesto da música actual, da Itália dos partigiani, até à Itália das lutas estudantis e operárias, da era industrial até à vocação global, mexe-se uma musicalidade difundida que atravessa todas as fases da história nacional de Itália.
Paulo Geisler denuncia um aumento de 90% nos preços, que não corresponde à qualidade do serviço prestado pela empresa de handling, detida pela ANA.
Algumas companhias aéreas ameaçam abandonar o Algarve caso a Portway – que desde a saída da Groundforce é a única empresa de assistência aos aviões no aeroporto de Faro – mantenha a decisão de aumentar os seus preços em 90%. Paulo Geisler diz que o valor das taxas “é excessivo”.
“O valor das taxas é excessivo para a qualidade do serviço praticado. Apenas queremos que assuma a sua quota-parte e não suba, ano após ano, as taxas sem qualquer justificação”, critica Paulo Geisler, presidente da associação das companhias aéreas que utilizam os aeroportos portugueses.
“É um facto público notório, constatado pelos números divulgados pela própria ANA, os aeroportos portugueses são mais caros que, por exemplo, os espanhóis”, sublinha o responsável.
Paulo Geisler diz ainda que a liberação do handling em Portugal foi um fracasso. Exemplo disso é a situação vivida em Faro.
“A Portway, 100% detida pela ANA, é o único prestador de serviço handling após o encerramento da Groundforce e, neste momento, a alguns dos antigos clientes da Groundforce, a Portway está a solicitar aumentos acima dos 90%”, denuncia o responsável.
Paulo Geisler considera que “esta situação representa um abuso, um aproveitamento do monopólio existente e não pode acontecer”.
Alguns dos associados da RENA, acrescenta, “ponderam mesmo encerrar a sua operação em Faro, o que seria de facto dramático para a região e para o país”.
Paulo Neves
Tudo o que o Algarve não precisa agora é de uma crise deste estilo.
A Câmara Municipal de Faro mantém-se entre as piores pagadoras no sector da construção em Portugal, sendo uma das cinco autarquias com um nível médio de atraso superior a um ano, segundo a Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP).
De acordo com o boletim semestral aos prazos de recebimento nas obras públicas divulgado hoje por aquela entidade, as autarquias portuguesas demoram sete meses, em média, a pagar às construtoras, numa dívida global que já ascende a 830 milhões de euros.
Entre as autarquias com prazos de pagamento superiores a nove meses está Vila Real de Santo António. Já Castro Marim, Olhão e Portimão integram a lista das câmaras que levam, em média, mais de seis meses a pagar às empresas de construção.
Apesar de a lei impor os dois meses como limite máximo para pagamento das obras públicas, esta situação, alerta a FEPICOP, “é tanto mais grave em período de crise económica e de dificuldades financeiras por parte das empresas, como o actual”.
“Se a Administração Local saldasse as suas contas às construtoras no prazo legalmente estipulado, as empresas teriam certamente menores dificuldades de tesouraria, o que por seu turno teria reflexos mais positivos ao nível do emprego e do investimento e, consequentemente, da produção do sector”, afirma a federação.
É o problema de todas as Câmaras, nenhuma paga a tempo e horas. No que toca a pagamentos a Câmara de Olhão penso ser pior do que a de Faro, mas com os problemas que Faro tem a nível financeiro, a má gestão a que tem sido sujeita, o resultado está a vista.
E isto é uma bola de neve, porque se a Câmara não paga a fornecedores, estes depois não podem pagar aos seus funcionários, não podem pagar os seus impostos, aos seus fornecedores e por ai fora na cadeia de pagamentos.
Gerir uma câmara não é para quem quer... É para quem sabe!!!
O autarca de Faro, Macário Correia, criticou hoje a Direcção Geral do Orçamento (DGO) por esperar há cinco meses o despacho do plano de reequilíbrio financeiro para Faro, autarquia que do ponto de vista técnico está falida.
“Há cinco meses que entreguei o plano [de reequilíbrio] ao Ministério das Finanças e ao Ministério que tem a Administração Local na tutela. Da Administração Local está despachado desde a semana passada, depois de muitas diligências que foram sendo feitas, agora falta da DGO que entreguei há cinco meses e ainda não está despachado”, disse hoje Macário Correia, em entrevista à Lusa.
Em Outubro de 2010, Macário Correia assumiu em entrevista à Lusa que era necessário e urgente um empréstimo na ordem dos 50 milhões de euros à banca para fazer o reequilíbrio financeiro a prazo da câmara e, a 11 de Novembro, a Assembleia Municipal de Faro aprovou a proposta de plano de reequilíbrio financeiro da autarquia (PSD) e a consulta à banca para um pedido de empréstimo de 48 milhões de euros.
Macário Correia assume que de “dia para dia as coisas complicam-se” e por isso afirma que hoje mesmo voltou a falar com a directora da DGO, que está a tratar do assunto, para lhe pedir a resolução do assunto “com a maior urgência”.
Macário lamenta que o assunto ainda não tenha sido “desencalhado” e espera que ainda este mês tudo se resolva.
“Eu espero que se resolva o mais depressa possível, porque um assunto que é urgente e que está há cinco meses em apreciação julgo que já devia estar despachado”, considerou Macário Correia, admitindo que o facto do Governo estar demissionário não pode atrasar ainda mais no processo.
O plano de reequilíbrio terá de receber um despacho conjunto dos Ministérios das Finanças e da Administração Local e só depois é que se pode avançar para a consulta à banca, explicou Macário Correia.
Em Novembro do ano passado, Macário Correia disse aos jornalistas em conferência de imprensa que esperava que em Abril de 2011 já tivesse o empréstimo de 48 milhões de euros.
Nessa conferência de imprensa, o autarca admitia que “do ponto de vista técnico” a câmara estava “falida”.
A Câmara de Faro ultrapassou o limite de endividamento em 2008 em mais de sete milhões de euros.
Espero bem que a autorização para o empréstimo seja negada! Isso é o mesmo que perguntar a um bêbado se quer mais vinho, ou atirar gasolina para a fogueira.
O plano que Macário Correia apresentou na Assembleia Municipal está cheio de erros, alguns números não são bem como estão apresentados, há empolamento de contas, erro de aplicação de formulas, e muito me parece que se vai estorricar um monte de dinheiro sem tirar beneficio (excepto para alguns).
Penso que há outros caminhos, ou então solicitar um empréstimo de um montante mais baixo, apenas o suficiente para fazer ressurgir a economia do Município. 50 Milhões parece-me muito e só é compreensível se entendermos que Macário vai utilizar o remanescente desse dinheiro para fazer obras de fachada no final do mandato para tentar ganhar as eleições. Dinheiro deitado fora, oportunidades perdidas.