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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A proposito de Cavaco Silva, no Blasfémias

A proposito de Cavaco Silva, no Blasfémias

Se quisermos ser honestos não podemos dissociar Cavaco Silva da actual crise e do mais que provável desastre nacional.
Há causas próximas e causas remotas.
As causas remotas prendem-se com a actividade politica de Cavaco já desde o final da década de 70 como Ministro das Finanças e como 1º Ministro.
A sua influência no modelo económico que Portugal optou, após a entrada na CEE, foi um fiasco completo.
Foi bom para quem enriqueceu à custa dos subsídios, privatizações pré-concertadas e especulação bolsista.
Cavaco deixou o Governo em 1995 com um déficit à volta de 7%.
As causas mais próximas, prendem-se com a história da boa e má moeda e principalmente como PR.
Segundo os especialistas económicos deste blogue, Cavaco é o típico «caneisiano tuga».
O que mais me impressiona, como é que a direita liberal económica e a direita dos valores, aposta em Cavaco.
E ainda estranho mais como é que o PSD vive há mais de 25 anos refém dos humores de Cavaco e com uma reverência a este que roça o mais ridículo e primário.
Mas todos nós sabemos que a Direita tuga é uma anedota pegada!
Os maiorais do regime – que são basicamente os mesmos que emergiram ncom o 25 de Abril e que formam o bloco central de interesses – até já têm um «coelho» para tirarem da cartola.
Em 2005 os mesmos maiorais tinham um «inginheiro», a tal «boa moeda» no entender de Cavaco.
Business as usual.

Arlindo da Costa

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Cavaco Silva: "Sinto tristeza com a situação que vivemos"



Caros,

Já leram a entrevista do Sr. Presidente da Republica Aníbal Cavaco Silva ao Expresso?? Não?


Foi primeiro-ministro durante dez anos, é Presidente há cinco, eventualmente recandidata-se. Era este Portugal que esperava encontrar?
Não. As minhas ambições para Portugal, nas quais me tenho empenhado ao longo da minha vida política, apontavam para um Portugal muito diferente. Eu sei bem a situação em que deixei Portugal em 1995 e tenho muito orgulho. Aliás, relatórios internacionais que são isentos sobre a situação portuguesa, ou as palavras de Jacques Delors, um socialista francês, deixaram-me algum orgulho. Eu tinha a ambição, que não abandono, que Portugal se aproxime da média do rendimento da UE. Eu acredito que podemos apesar de tudo vencer. Já passámos por situações muito difíceis, acredito na vontade inabalável do povo português de ultrapassar as dificuldades. Lembro-me bem dos acordos com o FMI, participei na delegação técnica que fez as negociações, mas Silva Lopes explicou, e bem, que neste caso é diferente. Aconselhava que se ouvissem as suas palavras, é um homem muito conhecedor, analisa muito bem as matérias e é sério na sua apresentação.

Então Sr. Presidente, tem vergonha da situação em que vivemos? E diz isso com toda a desfaçatez? Então enquanto presidente não poderia ter tomado as medidas e as iniciativas para corrigir o que de mal estava a ser feito? O Presidente da Republica é o garante do bom funcionamento das instituições; se estas não estavam a funcionar bem cabe-lhe a si, Sr. Presidente, o dever de garantir que estas assim funcionem.

Agora não adianta chorar sobre o leite derramado. O mal está feito. Resta agora ver o que se pode fazer e minorar os danos que assolam este desgraçado pais.

O pior de tudo, é que não vejo alternativa no horizonte a esta cambada de políticos corruptos e vende-pátrias que temos hoje, precisávamos de um novo Salazar...

O triste pais...

Cumprimentos cordiais

Luís Passos

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Presidenciais marcadas para 23 de Janeiro


O Presidente da República, Cavaco Silva, marcou hoje a data das próximas eleições presidenciais, que irão realizar-se a 23 de Janeiro de 2011. A campanha arranca a 9 de Janeiro.
 
«Nos termos constitucionais e legais, o Presidente da República fixou o dia 23 de Janeiro de 2011 para a realização das eleições presidenciais», lê-se numa nota divulgada no 'site' da Presidência da República.
Fonte da presidência da República contactada pela Lusa adiantou que o chefe de Estado já informou os quatro candidatos que já apresentaram as suas candidaturas da data escolhida.

De acordo com a alínea b) do artigo 133º da Constituição, compete ao chefe de Estado «marcar, de harmonia com a lei eleitoral, o dia das eleições do Presidente da República».

Até agora já anunciaram que se candidatam às eleições presidenciais Manuel Alegre, que é apoiado pelo PS e pelo BE, o independente Fernando Nobre, Francisco Lopes, que é apoiado pelo PCP, e o independente Defensor de Moura.

A campanha eleitoral vai decorrer entre 9 e 21 de Janeiro, sendo que a apresentação de candidaturas terá como 24 de Dezembro como data limite. Caso haja necessidade de uma segunda volta, esta terá lugar a 13 de Fevereiro.

In: TSF

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Presidente Cavaco Silva promulgou diploma 2000

O Presidente da República promulgou o diploma 2000 desde o início do seu mandato, um decreto-lei que determina quais as medidas necessárias para assegurar a protecção e a preservação do meio marinho. Na ocasião da assinatura, o Presidente Aníbal Cavaco Silva proferiu uma pequena declaração alusiva, na qual se referiu aos restantes diplomas que promulgou desde 2006. É o seguinte o teor da declaração do Presidente da República: "Acabo de promulgar um decreto-lei sobre as medidas necessárias para garantir o bom estado ambiental do meio marinho. Com este acto, perfaz 2000 o número de diplomas que promulguei desde o início do meu mandato, em 9 de Março de 2006. 381 foram diplomas da Assembleia da República e 1619 do Governo. Tratando-se de uma das principais competências do Presidente da República, a promulgação de cada diploma exigiu análise atenta e ponderada. Neste caso, o legislador português procedeu à transposição de uma importante directiva europeia que visa a protecção e a preservação do meio marinho, sendo considerada o pilar ambiental da Estratégia Marítima Integrada da União Europeia. É um texto comunitário com um longo percurso de aprovação, que sofreu um impulso decisivo durante a Presidência portuguesa da União Europeia. Ao assegurarmos o equilíbrio do nosso ambiente marinho, estamos a garantir que o País valorizará, cada vez mais, a aposta estratégica no potencial do mar, fonte de desenvolvimento económico, de prestígio internacional e de bem-estar das populações."
Resta saber se com mais esta ajuda se a Ria Formosa vai beneficiar de alguma vantagem, porque colocaram-se medidas tão restritivas à pesca lúdica, as actividades, ao usufruto da ria, mas no entanto esta não tem melhorado nada a nível ambiental, só tem piorado.  Esgotos, lixo, construção sem controlo e em áreas sensíveis tem sido a tónica nestes últimos anos.
Vamos ver como vai ser daqui para a frente.
Cumprimentos cordiais
Luís Passos